domingo, 18 de abril de 2010

Elaboração de Plano de Aula: portascurtas em sala de aula.

Curta Escolhido: “Juro que Vi: O Boto”

por Lúcio José de Azevêdo Lucena.

Proposta de Plano de Aula
 (Imagens\divulgação)
Curta Escolhido:
“Juro que Vi: O Boto”
Gênero Animação
. Diretor Humberto Avelar. Elenco Regina Casé (voz). Ano 2004. Duração 11 min. Cor Colorido Bitola 35mm. País Brasil. Local de Produção: RJ. Produção da MultiRio - Empresa Municipal de Multimeios. Produção Patrícia Alves Dias Roteiro Alunos das escolas da Prefeitura do Rio.
Sinopse:
Um caso de amor entre uma moça e um golfinho, história baseada em lenda do folclore brasileiro.

Justificativa de escolha: ampliar e complementar a aprendizagem sobre o Folclore Brasileiro, especialmente Lendas, - conforme revisão de estudos em aulas anteriores (vide abaixoConceitos), inclusive, sobre outras manifestações folclóricas (Literatura de Cordel).
Área: Arte.
Interdisciplinaridade: Geografia\História\Educação Religiosa\Língua Portuguesa\Artes Visuais.
Tema Transversal: Pluralidade Cultural
Série: 6ª ano - Ensino Fundamental II.
Fruição com alunos (as) \ Objetivos:
Despertar o interesse e reconhecimento para o Folclore Brasileiro, especificamente, no que diz respeito as nossas lendas, ou entre outras manifestações folclóricas (danças: dramáticas e/ou espontâneas).
Discutir as relações sociais entre membros familiares, pessoas\comunidade: valores\pertencimento.
Complementar aulas anteriores, como: Literatura de cordel \ Literatura oral\Lendas.

Conceitos:
-O que significa a terminologia Folk-Lore e suas Manifestações Folclóricas.
-Origem e Evolução da Lenda: O Boto Cor- de-Rosa.
-Lendas (origem e variações folclóricas por região/comunidade).
-Literatura Oral (causos) versus Literatura de Cordel (definição, formato, tema, capa\artes visuais etc).
-As Relações Humanas: Um bem necessário.
-Exibição\apreciação do curta (recepção).

Tempo: quatro aulas, de 1h30min cada.

Procedimentos:
a)Em sala de aula e\ou no Laboratório de Informática Educativa (LIE), após estudos anteriores (trabalhados conceitos acima) sobre o Folclore Brasileiro (Lendas); é exibido o referido curta (supracitado) onde os alunos\as deverão no final responder em forma de Debate às seguintes indagações, abaixo:

- onde se passa a história narrada e exibida (área geográfica)? E, o que acontece na cena? (durante o inicio - meio e fim - (resumo oral)
-quem são os personagens e suas relações pessoais? Como se comportam e se relacionam entre si?
-quem é o boto cor- de- rosa? E, por que o boto cor–de- rosa é considerado uma Lenda? Qual fenômeno da natureza faz com que o Boto se torne gente (homem), e durante a comemoração de qual festa? Por que ele, o Boto usa (indumentária)\ chapéu?
-outras questões poderão surgir no desenrolar do debate. Como: onde e como as pessoas da história vivem\moram em comunidade ribeirinha. Etc.


b)Contextualização:
• Criação de desenhos, utilizando elementos visuais (linhas, planos, cor etc.) com temática Boto Cor-de-Rosa, para ilustração de texto.
• Criação de texto cordelista sobre o tema assistido (rima, etc) ou texto simples: registro (síntese) da história apreciada em vídeo\curta.
• Leitura em sala de aula, apreciação e\ou troca da produção de alunos entre eles.

BREVE BIBLIOGRAFIA INDICADA

HADDAD, Denise Akel e MORBIM, Dulce Gonçalves. Arte de fazer Arte. 6ª série-1ª edição. São Paulo: Editora Saraiva: 1999.

ROSA, Nereide Schilaro Santa. Arte na Sala de Aula - 5º Ano Ensino Fundamental. 1ª edição. São Paulo: Editora Escala Educacional: 2007.

ZINGONI, Rita Helena de A. M.. História de Mindinho, um Boto Cor-de-Rosa que nasceu na bacia Amazônica. Editora: Gryphus: 2003.

MEIO ELETRÔNICO
Onde encontrar- Visite o PortaCurta e assista: “Juro que Vi: O Boto” –- Disponível em: http://www.portacurtas.com.br/pop_160.asp?cod=3306&Exib=1 (2002-2009 Portacurtas.com.br - Alguns Direitos Reservados)

E mais, visite:

Minhas Histórias Infantis (blog) - (boto cor-de-rosa): http://minhashistoriasinfantis.blogspot.com/2009/07/boto.html Acesso: 18 de abril de 2010.

Aprenda fazer um cordel
(Noções de métrica e rima) http://www.cordeldobrasil.com.br/aprenda%20a%20fazer%20um%20cordel.html Acesso: 18 de abril de 2010.

Suplemento didático: lendas e personagens, terminologia folk-lore, etc... Disponível em: http://www.moderna.com.br/catalogo/encartes/85-16-02831-3.pdf Acesso idem.

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Atividade 3- Elaboração de Plano de Aula: portascurtas em sala de aula. Aluno-Professor Lúcio José de Azevêdo Lucena. Professora formadora: Luzirene Rego. 19/03/10-DF (1h33min)Licenciatura em Teatro do Programa Pró-licenciatura. UnB/UNIR/MEC. Módulo Tecnologias Contemporâneas na Escola 3.Tutorias Eliana Severino dos Santos\ Maria Cristina. Universidade de Brasília(UnB)/Instituto de Artes (IdA)

terça-feira, 13 de abril de 2010

*Síntese do artigo de Maria Candida Moraes: tecendo a rede, mas com que paradigma?

Diante do Texto, nos coloca a par do avanço da tecnologia, interface nos cursos modalidade EAD, da escola, (projetos informativos educacionais). E com a evolução surgem diversas questões: a formação do professor\a perante as TIC em defasagem; do uso operacional; de cunho didático; da concepção errônea sob o processo de ensino\aprendizagem (informativos; instrutivos e obsoletos), a partir da fruição de ferramentas computacionais em rede.
Enfim, “do novo” convivendo com “o velho” sistema educacional. Oposto à concepção educacional que, privilegie vertentes em construção de conhecimento criativo e de reflexão pelo uso adequado e hábil dos procedimentos computacionais (saber fazer, ser, conviver); de ambiência virtual de aprendizagem\ensino cumulativo e colaborativo, mediados entre o sujeito e a pesquisa; do saber em foco\ambiente de comunidades virtuais.

Indica-nos ainda, o paradigma da ciência em construção da inteligência humana por meio de valores sociais, de ambientes em aprendizagens interativas justapondo-se às novas tecnologias da informação e da comunicação (TIC) e não, o simples acesso tecnológico.
A autora, ao nortear o percurso do professor\a junto as TIC, indica a busca de raízes ontológicas para compreender o total e entorno da realidade, ao mesmo tempo, visa entender sua prática educacional em estado inovador.

Conclusão, o pensamento eco-sistêmico (em parâmetros: organização, de auto-organização e conectividade ou, transdisciplinar) é a saída apontada; convergir na Educação e em rede virtuais com novas metodologias em consciência ecológica renovada; outrora, de pensar ao novo currículo escolar eco-sistêmico. De assumir a dimensão humana como base total de cultivo da existência; dos momentos de aprendizagens\ensino e saberes virtuais mobilizados pela ação em grupo. De estados de valores humanos em evolução tecnológica para causar desenvolvimento de igualdade planetária e não desigualdade, em nome da construção do conhecimento multidimensional.
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Texto completo em: http://inforum.insite.com.br/arquivos/6226/Tecendoa_Rede.pdf

“Tecendo a rede, mas com que paradigma?” foi o questionamento da conferencista Maria Cândida Moraes, da Universidade de São Paulo (USP) e Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), na 5ª Educática – Tecnologias da Informação e da Comunicação Educacional. Realizado em: 04/06/2004.

*Atividade 2- síntese do artigo: tecendo a rede, mas com que paradigma? Aluno Lúcio José de Azevêdo Lucena. Professora: Luzirene Rego. 13/03/10- Pólo Ceilândia-DF (16h40min)Licenciatura em Teatro do Programa Pró-licenciatura. UnB/UNIR/MEC. Módulo Tecnologias Contemporâneas na Escola 3.Tutorias Eliana Severino dos Santos\ Maria Cristina

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Cada máscara cobra um tipo específico de gestualidade: qual é o corpo de sua máscara? Qual é o seu modo de se locomover?

Com qualquer outra forma de máscara -Experimente e comunique sua vivência através de uma cena estática. Lembre-se que cenas estáticas potencializam o sentido da máscara e devem traduzir seu trabalho gestualSobre a importância da preparação corporal do ator teatral,

Preparação-1ª imagem neutra, pondo a máscara (adquirida em Rio 2008), “tradicional”
Imagem 1>
Atuando com máscaras: economia e funcionalidade



(Roubine, (1987) - A Arte do Ator: O Gesto e O Corpo) deve-se considerar que o corpo e o gesto são a interação viva entre as possibilidades reais (corpo biológico) e da criação (corpo artesanal). Assim, os procedimentos das ações e do saber estar em cena, resulta teatralidade (corpo arquitetônico), logo, exalta o contexto do processo e, acima de tudo, revela o trabalho do intérprete, como todo o conjunto cênico em uníssono (Enxerto meu). IN: Jean Roubine - A Arte do Ator (pdf) (rev)

[Imagens captadas sem flash-fotocelular mega pixels: f=45mm1:2.6]















Licenciatura em Teatro do Programa Pró-licenciatura. UnB/UNIR/MEC
Módulo Laboratório de Teatro 3
Tutorias: Sanântana Vicencio/Maria Cristina
Aluno Lúcio José de Azevêdo Lucena
Atividade 3 – TAREFA 2 : uso de máscara
Professora Felícia Johansson
12/03/10- DF (20h10min)

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1. Ver corpo inanimado pelo uso da mesma máscara-fotos aqui pelo aluno-ator, em outra situação video-dramática em (O quê move o corpo(?). Parte 3: "Privado_a," performance em série de três, com Lúcio Leonn.): http://www.youtube.com/watch?v=FwEYdNL0pgY

terça-feira, 6 de abril de 2010

“Tecnologia na escola: criação de redes de conhecimentos”

Artigo de Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida, (pp.71-73).
Por Lúcio José de Azevêdo Lucena (Lúcio Leonn)
(Resenha)
O Texto nos aponta à formação de educadores orientada pela transição inovadora contemporânea e do saber-fazer pedagógico pela prática, alicerçada em processo de saber-ser educador, tendo como eixo a realidade escolar (epistemologia da prática) e de base em procedimentos pedagógicos (o currículo) com o uso das TIC.

A autora, Elizabeth Bianconcini de Almeida ressalta a preocupação com os altos índices de analfabetos funcionais, considerados pelo IBGE (nas quatro primeiras séries do Ensino Fundamental incompleto). Por outro aspecto, ela converge nosso pensamento à análise do mundo tecnológico quando invade nossas vidas e tornar-se imperioso inserir-se na sociedade do conhecimento. E, como superar essa contradição? Assim, nos persuade a pensar em seu texto os vários dilemas e de processos de mudanças na Educação em interface com a Tecnologia e o olhar do professor em sala de aula.

No entanto, não basta inserir-se na sociedade da informação nem acesso à tecnologia de informação e comunicação (TIC), mas principalmente saber utilizar essa tecnologia para a busca e a seleção de informações que permitam a cada pessoa mobilizar conhecimento e de mediar conflitos. De compreender o dia a dia e de agir pela visão de mundo solidário e igualitário.

Como criar redes de conhecimentos? O que significa aprender quando se trabalha com redes de conhecimentos? Como inserir o uso de redes de conhecimentos na escola? O que cabe ao educador nessa criação?
Tais indagações nos fazem refletir. E, para breve compreensão de nossa leitura, transcrevo ao encontro da formação de educadores, o seguinte ponto de vista:

“O professor que associa a TIC aos métodos ativos de aprendizagem desenvolve a habilidade técnica relacionada ao domínio da tecnologia e, sobretudo, articula esse domínio com a prática pedagógica e com as teorias educacionais que o auxiliem a refletir sobre a própria prática e a transformá-la, visando explorar as potencialidades pedagógicas da TIC em relação à aprendizagem e à conseqüente constituição de redes de conhecimentos, (p.72).

Portanto, confere ao educador as habilidades e competências em aprender a aprender a ser professor e a aprender a fazer pelo uso das TIC e da mediação em processo de ensino-aprendizagem via rede colaborativa.

PALAVRAS-CHAVE:
Educação\Conhecimentos em rede\uso da TIC\Internet na criação de rede de conhecimento\Aprender e Ensinar em rede\Aprendizagem colaborativa \Processo colaborativo\coautoria\papel do professor\formação \ Incorporação da TIC\domínio da TIC na Escola\ Rede Colaborativa\Interação social\ Ambientes de aprendizagem e a TIC\ Mudança\ Mediação de Ensino-Aprendizagem.
A autora: Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida é Mestre e doutora em Educação, PUC-SP. Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo e do curso de Tecnologias e Mídias Digitais, da PUC-SP. ; especialista em Informática na Educação; licenciada e bacharel em Matemática. Atua em projetos de pesquisa e formação de educadores midiatizados por tecnologias e em educação a distância. Consultora desta série (Tecnologia na Escola).

Mais informação íntegra do Texto - Disponível em: http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2001/tec/tectxt2.htm

Onde encontrar: “O aprender e a informática - a arte do possível na formação do professor” – outro texto e sob organização da autora, em: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=40245

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Licenciatura em Teatro do Programa Pró-licenciatura. UnB/UNIR/MEC
Módulo Tecnologias Contemporâneas na Escola 3
Tutorias Eliana Severino dos Santos\ Maria Cristina
Aluno Lúcio José de Azevêdo Lucena
Atividade 1- Resenha
Professora: Luzirene Rego
06/03/10- Pólo Ceilândia-DF (19h10min)

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Fotografei em câmera do celular a minha sombra, amparando-se no "teste da sombra" a que se refere E. Barba, no texto "Oposição".

Fotografei-me na mesma pose da escultura, abaixo
Atividade 2 - Sobre a fotografia da sombra e fotografia em pose de escultura clássica.

Fotografei em câmera do celular a minha sombra, amparando-se no "teste da sombra" a que se refere E. Barba, no texto "Oposição".
Figura A>>>>> Figura A – meio corpo- notam-se meu pé direito na base inicial da imagem como ponto inicial de projeção das figura; assim como o cordão de roupa em diagonal. (Imagem quintal do meu flat).














Figura B
-Fotografei-me na mesma pose da escultura abaixo, prestando atenção em todos os detalhes (posição dos membros, ângulo da cabeça, posição dos pés etc).


Discóbolo (Lançador de discos) é uma famosa estátua do escultor grego Míron - produzida em torno de 455 a.C - que representa um atleta momentos antes de lançar um disco. (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Disc%C3%B3bolo). Míron representa o corpo em seu momento de máxima tensão; esse esforço, porém, não é refletido na face do atleta.
(Imagem B)>>>>>>>>>>>>>>>>
A base dos pés e o braço direito do campo visual, ficou mais bem projetada na imagem A. Enquanto que, o tronco e a cabeça em imagem B - ficaram semelhantes e “bem delineadas” em comparação à estátua clássica “Lançador de Discos”. Por isso, o apreciar das duas imagens e de comparação entre uma e outra em favor da imagem ideal (escolhida).Também percebemos sombras. Para a base necessitei de muito equilíbrio de eixo (coluna e membros inferiores) e do aparelho respiratório em controle. (Fotografia na cozinha de minha casa)
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>*
(Imagem A)
Licenciatura em Teatro do Programa Pró-licenciatura. UnB/UNIR/MEC
Módulo Laboratório de Teatro 3
Tutorias: Sanântana Vicencio/Maria Cristina
Aluno Lúcio José de Azevêdo Lucena
Professora Felícia Johansson
05/03/10- Pólo Ceilândia-DF (21h53min)
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segunda-feira, 29 de março de 2010

Considerando a bibliografia indicada (A Arte do Ator: Gesto e Corpo e: A Arte Secreta do Ator: Dicionário de Antropologia Teatral):

Por Lúcio Leonn
Discorra sobre a importância da preparação corporal do ator teatral
“A transição é uma cultura. Existem três aspectos que cada cultura deve possuir: a produção material através de técnicas, a reprodução biológica, que permite transmitir a experiência de geração em geração, e a produção de significados. Para uma cultura é essencial produzir significados. Se não os produz, não é uma cultura. (Eugenio Barba, em A Canoa de Papel: Tratado da Antroplogia Teatral)

O corpo anatômico
Da arte do ator consiste – pelo - corpo – entre - o Corpo, (instrumento presente), conexão de estar sendo, acionando seus elementos constitutivos em cena (expressividade) e fora dela; trabalhar em plano artesanal.
Um treinamento rigoroso, (às vezes específico), técnico e arquitetônico para um devir. Tanto que, da importância de preparação e do discurso corporal (não só do ator), historicamente, ao longo dos séculos, vem a debruçarem-se sobre a dialética dum corpo biológico versus um Corpo Cênico - dimensão de diversos gêneros e estilos, estranhamentos em cenas -, por meio de hábitos ou, atos desveladores de sentidos, cultura global sob o olhar da ética e da estética singular.

O corpo biológico (imagem reprodução)

Detalhes perfeitos da Anatomia Humana - foram descritos por Leonardo da Vinci

E, para cada interpretação do Corpo com o corpo (instrumento de trabalho), ele precisa estar livre de “amarras”. O ator terá a dupla função: cuidar de si para dar vida à sua máscara\persona - por uma expressividade extracotidiana do Corpo. É quando todo material de estudos e da pesquisa cênica e\ou do enfrentamento num espetáculo, devem estar consonantes com um ideal: com o da proposição do espetáculo, que resultará num fenômeno teatral. Um verdadeiro encontro em tríade: (ator-autor-público), espetáculo, que conclamará em grande estilo, um acontecimento cênico. Uma simbiose em arte e comunicação com o espectador.
Assim:

“(...) trago como reflexão aqui que, sempre fui e sou a favor do aquecimento (preparação) da dinâmica corporal e acústica nos ensaios em cada surgimento de espetáculos (repertório) ou de personagens a serem criados por nós intérpretes da cena. Vislumbro também, antes do contato com o público (em cartaz) a preparação de nosso único instrumento: O Corpo.
Conhecer nosso ofício pela fruição corporal resulta estabelecer nossos limites físicos e ampliação de nosso trabalho; com a voz atinjo qual altura e, como localizo os sons graves ou agudos em mim\personagem e a distribuir no espaço cênico? Como o personagem anda? Quais gestos periféricos , ou onde ponho as suas (minhas) mãos?

O corpo biológico em proposição cênica

Lúcio Leonn em 1º dia no centro do espaço/oficina "O Teatro é o Outro" com Maurice Durozier (Théâtre Du Soleil), Theatro José de Alencar TJA – Centro de Artes Cênicas do Ceará/Cena (anexo TJA), 19 a 30 de agosto de 2008. -Imagem pessoal.

Às respostas, penso que, estão no fazer e em fisicalização (no saber ser orgânico) de movimentos que se quer encontrar pelos jogos dramáticos ou teatrais; no mergulho no texto teatral; na condução livre e direcionada pelo diretor\encenação; no vazio (campo não-racional); na imaginação (expressão livre) de intérprete; no encontro cênico com outros atores; por fim, no cotidiano e ao nosso redor, pelo saber olhar nosso de cada dia. [Fonte: Re: Fórum da semana 1: treinamento e diversidade. Por Lúcio José de Azevêdo Lucena - terça, 23 março 2010, 20:44.].

Por outro lado, o que dizer do Gesto (elemento periférico constitutivo do Corpo) do ponto de vista da bibliografia indicada (A Arte do Ator, segundo Roubine (1987), em estudos de breves capítulos, O Gesto: 2; e o terceiro: O Corpo); do segundo capítulo, sobre o condicionamento do ator, traz também a retrospectiva histórica; revela-nos que a gestualidade dominava na cena cômica pela tradição da pantomima, dos “lazzi” da “commedia dell’arte” e a partir do século 17 ao 19, gestualidade e realismo: não seria mais ingênuo pensar que a questão do gesto (pantomima) se colocaria ao gênero da comédia como elemento preponderante. Mas sim, tornar-se-ia linguagem do corpo e do rosto, em confluência à linguagem verbal e da concentração à interpretação dramática.

Ainda, sob enfoque de Roubine, (capítulo 2), ao analisarmos o subtopico, a gestualidade contemporânea aponta-nos à atualização do gesto teatral por meio de dosagem, da fiscalização, principalmente, de sistematização via treino.
Pergunto: estaria o ator imbuído em nome do domínio, da variedade expressiva e, acima de tudo, do controle do gesto em dependência da representação? Sim. E, vai além de equilíbrio orgânico, de demais fontes como, a liberdade em via de acesso ao virtuosismo, (inspirado na motivação, na acrobacia e na dança, segundo mestre Stanislavski), o ator se prontifica.

E, do ponto de vista comum, do público? Ora, o gesto exprime sentimentos. Seria então, um complemento da cena. Ou, da estética gestual. Ora, instrumento de sugestão. Da materialização do espaço ambiente e demais elementos cênicos. Logo, encontramos a teatralidade do gesto e com o público uma comunicação afetiva não verbal.

Outros teóricos como, Artaud, do gesto seria a linguagem auxiliar por meio de codificação da prática. Jean-Louis Barrault (segundo Roubine, p.37), revela do Gesto, como:   

”um sistema de gestos e de movimentos que permite ao espectador ‘ver’ um mar sem dúvida mais ‘real’, ou menos mais ‘presente’ do que se ele devesse aceitar as convenções aproximadas e enganadoras do telão pintado...”

Em análise final, (capítulo 2: O Gesto), localiza-nos a expressividade do gesto, em regra geral, marca maior no\do teatro ocidental. Porém, é preciso que tal movimento participe da interpretação do papel, ao mesmo tempo, em leitura, adverte para a formação do ator que, visará assegurar a autenticidade do gesto.

Então, o intérprete se obriga a inventar o gesto mais acertado, a fundamentá-lo na necessidade em vez de recorrer à facilidade ilusória da caricatura. Com clareza, o trabalho com o gesto não é independente. Cabe ao executante (nesse caso, o ator) garantir uma adequação entre o gesto e a palavra que não é apenas psicológica, mas tambem de ordem estética. Da convergência entre o ato de falar e da expressão do movimento em gestos ou vice-versa, deve ao intérprete, credibilidade. E, com clareza, ele tem consciência das correlações possíveis entre um e outro. Não se deve confundir gestual com gesticulação. Gesto e palavra se coadunam. E, sob pensamento de H.U. Wespi (segundo Roubine,p.39) define três formas para ambas relação: 1) acompanhamento (ordem da redudância); 2) complementação (prolongamento significativo do discurso; introduz sentido a palavra);3) substituição (intervém, a palavra se torna impossível).

Para o ator contemporâneo o gesto caracteriza um tensão fecunda. Parece assumir duas oposições:
“uma faz do gesto um modo de expressão do eu profundo do personagem e\ou do ator (Roubine apud Grotowski, p.40.), uma linguagem tão sutil quanto a palavra ou, segundo Roubine (segundo Gordon Graig (idem), no começo do século pregava: “de uma nova maneira de representar, consistindo em grande parte de gestos simbólicos.”

Por fim, um e outro alimentam uma cultura e uma prática. Por outro lado, em comparação com o gesto no cinema, determina uma gama de gestualidade e complexidade que no teatro. Por outro, na tela, há espaço de representação ilimitado; de imagem que fragmenta o real e dirige o olhar do espectador; ou, de um certo paradoxo referente a estilização que a distância cênica exige para ser compreendido, o que o ator executa em gestos.

Ao início do capítulo 3 (O Corpo): sob fundamentação ainda, de Roubine, (p.43), assume-nos o treinamento do corpo, em dicotomia com o corpo do cotidiano (biológico)versus corpo virtuoso(sob à luz da arquitetura cênica e de treinamentos), ele diz:

“é o lugar de um conjunto de resistências: resistências físicas das articulações, da musculatura, da coluna vertebral... decorrentes da falta de treinamento do ator, mas também resistências físicas que seu inconsciente pode opor às exigências da exibição teatral.”
No entanto, não basta ser corpo virtuoso, é preciso fundi-lo a expressividade de reação à cena(meio ambiente\cenário\situação).
Logo, tal breve pensamento em parágrafo último, acima, faz nortear para dialogar sobre a presença do corpo – tanto no teatro, como no cinema - “presença” como processo de mediação da cena. O cinema reforçou ao público, a noção da importância do físico do ator, ao contrário do teatro, pela mediação deste corpo que a cena (figurino, luzes etc.) exibe e exalta em caráter de corporalidade e metamorfose.

Portanto, confere a palavra do corpo, segundo Roubine, (p.49), duas modalidades antagônicas: a redução do corpo a ele mesmo (corpo) e a busca de meios de ampliação (instrumentos) e de melhorar sua expressividade (Corpo) teatral. Isto nos leva à questão do figurino como um meio de deformação, de transformação e prolongamento, até teatralidade do corpo físico do ator\atriz. Mas, é certo que o corpo hoje, sempre foi o próprio suporte de outrora, mesmo que o público contasse com sua presença, intuitivamente.

Partimos agora, para meu último breve enfoque, sob argumentação de Roubine, (p.52): o corpo-imagem. E, é no cinema o encontro dual da relação do corpo e espectador, em paradoxo da “presença-ausência”. Logo, o olhar do espectador é dirigido pelo foco da câmera(sem levar em conta,os princípios de edição, captação etc.). Estamos diante de um espaço corporal autônomo e de divergências quanto à expressividade do Corpo. A tela alcança um teor de identidade (corporal) diante do espectador. Chega a mitificar o ser biológico em figura de corpo-imagem. No entanto, é no teatro que o ator se faz senhor da mitificação e da transformação entre ser o sujeito corporificado... Violado, corpo-imagem viva, ao mesmo instante, personagem de si e de entrega ao outrem, em nome da sua arte, o Teatro.

Portanto, frente ao panorama discorrido acima (Roubine, (1987) - A Arte do Ator: O Gesto e O Corpo) deve-se considerar que o corpo e o gesto são a interação viva entre as possibilidades reais (corpo biológico) e da criação (corpo artesanal). Assim, os procedimentos das ações e do saber estar em cena, resulta teatralidade (corpo arquitetônico), logo, exalta o contexto do processo e, acima de tudo, revela o trabalho do intérprete, como todo o conjunto cênico em uníssono.

Daremos início abaixo, à entrada de estudos sobre a importância da preparação corporal do ator com imersão ao teatro oriental por meio da obra de Eugênio Barba e Nicola Savarese em, “A Arte Secreta do Ator: Dicionário de Antropologia Teatral.

Imagem, (pessoal): 1º Encontro – “De Sol a Sol". “Estudos e repasse dos mudras”- Theatro José de Alencar (01 abril de 2009) - sala de canto Paulo Abel- após, Oficina O Teatro é o Outro com Maurice Durozier,em 2008 (Théâtre Du Soleil, França.).


Ângela Escudeiro; Lourdes Bernardo; Lúcio Leonn; Elano Chaves.
“(...) O ator Kathakali segue com os olhos as mãos que compõe os mudras ligeiramente acima de seu campo ótico habitual. Os atores balineses dirigem o olhar para o alto. Todos os lian shan, as posições de detenção brusca dos atores da Ópera de Pequim, presumem um olhar para o alto. (...) todos esses atores mudam o ângulo do olhar habitual da vida cotidiana.” (Eugenio Barba, p.52)


Temas indicativos: Oposição e Pré-expressividade

No oriente, é dificil definir se o caminho utilizado para a criação é a técnica ou se é a propria criação que se ‘corporifica’ e ‘toma forma’ por meio dos elementos técnicos.” (Luís Otávio Burnier, 1957-1995.–Sobre: A Arte de Ator)

A principio fundamenta-se no conceito de Barba (2009), na obra “A Canoa de Papel - Tratado de Antropologia Teatral”, o nosso intuito de definir Antropologia Teatral. Pensamos que mesmo distante, tradicionalmente, entre os dois ocidentes, o teatro não delimita fronteiras do fazer teatral (campo material) entre os dois pólos. Do ponto de vista da preparação do intérprete em analise aqui, outrora de questões centrais do trabalho do ator. Outra, de desassociar, por um instante, o fazer do teatro do\no oriente e, de trilhar olhar intertrancultural ao teatro universal, faz-se importante a tal definição.

Assim, segundo Barba (p.25), Antropologia Teatralé o estudo do comportamento pré-expressivo que se encontra na base de diferentes gêneros, estilos e papéis e das tradições pessoais e coletivas”. E, mais ainda: "A Antropologia Teatral é um estudo sobre o ator e para o ator", (p.30).
Por meio d’A Arte Secreta do Ator: Dicionário de Antropologia Teatral à preparação do ator pode-se analisar, brevemente aqui, dois níveis do Corpo: Oposição (lei do “sim” e “não”) e Pré-expressividade (a modelação da qualidade da própria existência cênica.)
Do primeiro em análise, a dança das oposições (essência do movimento cênico baseado em contrastes – ao que, mais tarde Meyerhold chamou de biomecânica), em primeira análise consiste a base sobre a qual os atores constroem e desenvolvem todas suas ações (antecipação\ação\ reação\velocidade\ação rápida\impacto). O Corpo em cena, descendente por geração do contexto da tradição histórico-cultural de seus atores-bailarinos orientais - na qualidade de pertencimento, de sua despersonalização e na busca de maturidade artística.


“O princípio da linha de oposição, mesmo que sentado” presente na peça “A “Família Addams, personagem Amado Amável, pelo ator Lúcio Leonn. Teatro Arena Aldeota, fev.2010. Fortaleza, Ce. Brasil. (Imagem pessoal)

E, em segunda argumentação, indica-nos oposição na dança e em outras formas figurativas. Ttribhangi significa “três arcos”. O corpo assume a letra “S”. Resulta um equilíbrio precário, em que novas resistências e tensões criam a arquitetura extracotidiana do corpo que, mais tarde (Século 18), inspirou William Hogarth em chamá-la de “linha de beleza”.

Ao ator em oposição adquire resistência física em contrastes. Usufrui espaço e converge o olhar do espectador à cena. No dizer de Burnier (2001, p.50): “uma alteração do estado de presença cotidiana para uma presença teatral.” E, para tal verdade (afirmação, confirmação e contradição) do movimento oposto, aplica-se o teste da sombra em que todos os lados, digamos dos braços e das pernas, dá ao espectador a visão significativa e total da ação.

Por fim, o nível da pré-expressividade, organização comum no qual as técnicas extracotidiana do corpo têm a ver com a energia do ator em estado puro. O espectador vê no ator pela ordem corporal a evocação de uma intenção e de sentidos teatrais. É onde reside a raiz da representação. E, pressupõe o uso da técnica da inculturação (ricas variações e matizes do comportamento do cotidiano) e aculturação (estado natural). Ambas as técnicas ativam o nível de organização da pré-expressividade: presença pronta para representar.

Por outro lado, nos deparamos com a fisiologia e codificação do corpo que atribui em dupla função um valor estético; de qualidade de movimentos enérgicos. Por outro, a figura do corpo dilatado personifica-se por meio do ator.

Os dois ocidentes buscaram a pre-expressividade por meio da codificação. Embora no oriente, o Corpo em cena, descendente por geração do contexto da tradição histórico-cultural de seus atores-bailarinos orientais - na qualidade de pertencimento, ou da sua despersonalização e na busca de maturidade artística; o estado puro do corpo tem sido transmitido de maneira direta e ininterrupta, por meio da pedagogia de imitação.
Na parte ocidental, observamos o corpo fictício em nível de apresentação da personagem, como aquele corpo supremo da representação. Uma simulação do corpo em transformação do cotidiano, em suscitar o nível pré-expressivo.

Da técnica corporal extracotidiana não se sustentam apenas em situação da representação. Mas, nas artes marciais e teatralidade no Oriente. As artes marciais no oriente usam os processos fisiológicos em situação concreta da mais alta técnica corporais extracotidiana. Enquanto que, as artes marciais e teatralidade no Ocidente estão ligadas e documentadas desde a Idade Antiga, sobretudo, no papel dessas artes na origem da dança.

Por fim, o estudo pré-expressivo do espectador e a arquitetura do corpo. Do primeiro, corresponde à maneira de ver do espectador no ator, uma reação imediata que emana toda uma gama cultural em “respostas fisiológicas”.

Embora, a interpretação cultural independe de sentidos, do ponto de vista particular do expectador teatral. Isto é, o espectador, não se ocupa em responder ou, sim, de imediato, o fenômeno teatral, a partir da sua percepção visual e do estado da pré-interpretação, advinda da arte teatral figurativa do ator. Significam uma vez, elementos previamente adquiridos pela visão de mundo e da conexão da relação sujeito\objeto, da imagem simbólica configurada.

Da segunda e última análise, como todos os outros elementos descritos e supracitados, em negritos acima e justapostos, somam-se à arquitetura do corpo, que equivale “atitude” ou, mais ainda, “postura do corpo” ou, a posição básica do corpo em todas as formas tradicionais de teatro japonês; nas artes marciais; enfim, em diferentes níveis da presença cênica pré-expressiva.

Conclusão: as duas obras descritivas acima, mesmo que justapostas aqui pela breve escrita nossa; constroem em si uma reflexão analítica para e sobre o treinamento psicofísico do ator.
O intérperte ao tomar como base sua cultura em tempo e espaço, ou da criação artesanal - seu trabalho diante do papel e da cena (plano arquitetônico),adquire, a partir da análise de técnicas e da apreensão em leitura, “Arte do Ator” e também da “A Arte Secreta do Ator: Dicionário de Antropologia Teatral, os pressupostos teóricos e práticos que, não se esgotarão no ritual vazio do fazer teatral. Segundo Barba e Savarese(1995), “é no fazer, e o como é feito, que determina o que um ator expressa”.

No entanto, do debruçar da leitura cabal sobre os textos supracitados faz-se necessária e urgente ao ator iniciante e de leitura àquele ator\atriz em eterna aprendizagem ou, do ensino. Na (in)certeza de trilhar o percurso da criação em sólida carreira e formação teatral; mesmo que efêmera, seja, a arte da alteridade.

Fontes consultadas

Barba, Eugenio e Savarese, Nicola. A Arte Secreta do Ator: Dicionário de Antropologia Teatral. São Paulo, Ed. Hucitec, 1995.
______,Eugenio. A Canoa de Papel: Tratado da Antropologia Teatral\Eugenio Barba; tradução de Patrícia Alves Braga. - Brasília: Teatro Caleidoscópio, 2009. 280p.

Burnier, Luis Otávio. A Arte de Atorda Técnica à Representação. –Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2001. 313p.

Roubine, Jean-Jacques. A Arte do Ator. Rio de Janeiro, Ed. Jorge Zahar, 1987.


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Universidade de Brasília(UnB)\Instituto de Arte(IdA)
Licenciatura em Teatro do Programa Pró-licenciatura. UnB/UNIR/MEC -Módulo Laboratório de Teatro 3
Tutorias: Sanântana Vicencio/Maria Cristina

Aluno Lúcio José de Azevêdo Lucena-[lúcio leonn]
Tarefa 1 - Sobre a importância da preparação corporal do ator teatral
Professora Felícia Johansson -29/03/10-

terça-feira, 16 de março de 2010

Características do texto "Aproximação com a Etnografia", de Daniel Brandão que são afins com as atividades de um estagiário

Atividade de proposição Universidade de Brasília(UnB). Universidade Aberta do Brasil(UAB) - Instituto de Artes(IdA). Disciplina Estágio supervisionado 1 Pofessora formadora Ana Maria Agra Guimarães. Aluno Lúcio José de Azevêdo Lucena-lúcio leonn.

Imagens aqui em pesquisa, meramente ilustrativas: o Ator e o seu papel etnográfico

"A Caminho da Tarde"-Proposição em Monoexercício Teatral. Texto original de Thalles Lucena. Pesquisa/adaptação/concepção/ interpretação e condução de cenas, por Lúcio Leonn. Teatro Universitário Sala anexa-agosto/20o9.

Características do texto "Aproximação com a Etnografia", de Daniel Brandão que são afins com as atividades de um estagiário

‘‘Buscar e coletar dados diretos entre o olhar etnográfico e o campo de sujeito apreciado (interação prolongada e imersão interacionista no mundo\ vida diária - via objeto em estudo\sujeito; há aproximação do pesquisador e seu campo de trabalho.”

“Reconfigura-se na aplicação parcial - nortear pelos princípios evolucionistas (Charles Darwin, 1809-1882) - espaço das teorias da evolução social - focalizar, a partir dos questionamentos levantados para convergir e compreender o desenvolvimento das sociedades e culturas (modus vivendi), em que se respeita uma classificação hierárquica.”

‘‘Seguindo a visão de Auguste Comte (1798-1857), procura-se atribuir uma sistemática de classificação, a visar proposta de ‘método comparativo’.”

“O pesquisador ‘apodera-se’ do ponto de vista do sujeito em foco, ao mesmo tempo, vivenciará o cotidiano do sujeito investigado: observação participativa.”

“Apropriar-se de recurso da narrativa etnográfica e da observação documentada in lócus (para posterior análise), em registro audiovisual.”

“O pesquisador não deve impor sua visão de mundo em seu campo de pesquisa, nem tampouco para o sujeito em debate\investigado.”

“Concepção sobre os aspectos da inerência humana que, ela é construída culturalmente; é particular e territorial; logo, a situação histórica é sempre relativa e temporária.”

Por fim, “a figura do etnógrafo nos aproxima do mundo macro para o mundo dos seres experienciados(micro) - nos aguçam os sentidos em visão particular; é específica e etnográfica.”

Assim, conclui-se como escrito texto em estudo: “O etnógrafo não é um mero observador da história, mas sim um participante e informante do processo.”
imagem em pesquisa, arquétipo: "Édipo Rei"

Complemento e finalizo, ainda: “ele é participante e informante do processo em que vive e se insere”.

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Texto disponível na íntegra: http://institutofonte.org.br/aproximacao-com-a-etnografia

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Em síntese tópicos do texto: Museu como Laboratórios, por Ana Mae Barbosa, segundo em breve citação por Lúcio Leonn, (que discute o seguinte):

Imagem, "A menina dos meus olhos"-óleo sobre canson, de Márcio Gurgel-(Copyright-(1995))

· Ela trata da distinção de educador VS monitor e outra, do dialogo entre o monitor e visitante(quando o primeiro devolve a pergunta ao próprio visitante). Além, de apontar submissão do monitor sob o curador da exposição; ser um mero reprodutor de ideias, conceitos do mesmo, sobre tal Obra.

· Também, suscita a Proposta Triangular de ter modificado o ensino de arte na educação básica no Brasil, na década de 1990 e tendo o museu como referencia e procedência de tais pressupostos teóricos em ação didática junto aos professores e alunos visitantes.

· Revela a criação de setores educacionais junto às obras de arte e público - com um olhar voltado à analise dos processos de mediação usando tal recurso pedagógico na condução de visitas.

· No entanto, a autora nos informa que muitos museus se apegaram a roteiros; o monitor é quem sempre fala e apresenta a obra ou de uma marca: a animação cultural como sedução e atração.

· E, quanto às melhores possibilidades de mediação Museu e público distinto, de interface na educação; segundo Ana Mae Barbosa as questões e das relações Museu e público educacional - devem exigir reflexão, análise e interpretação em que sejam evitadas informações que esclareçam e\ou apóiem interpretações de terceiros, de cunho de subestimação do leitor perante uma obra de arte.

Por fim, em trecho inicial, Ana Mae Barbosa, revela:

“Valiosos aliados dos educadores populares que atuam nas ONGs, assim como dos educadores escolares, são os departamentos de educação dos museus. O prestígio dos serviços educativos é muito recente embora ainda haja enorme resistência por parte de curadores, críticos, historiadores e artistas à idéia do museu como instituição educacional. Museus são Laboratórios de conhecimento de Arte, tão importantes para a aprendizagem da Arte como os Laboratórios de Química o são para a aprendizagem da Química. Compete aos educadores que levam seus alunos aos museus estender nas oficinas, nos ateliês e salas de aula o que foi aprendido e apreendido no Museu.

No Brasil, os primeiros serviços educativos em Museus foram organizados nos anos cinqüenta por Ecyla Castanheira e Sígrid Porto, no Rio de Janeiro. No período dominado pelo modernismo, a criação de ateliês livres, oficinas ou atividades de animação cultural foi prática freqüente nos grandes museus como o Museu de Arte de São Paulo (MASP), com o Clube Infantil (1948), e o Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio, que movimentou a cidade com os Domingos da Criação e com o ateliê para crianças e adolescentes conduzido por Ivan Serpa. Posteriormente, a Pinacoteca do Estado de São Paulo e o Centro Cultural São Paulo também tiveram muito bem orientados, (p.1)."

1Museu como Laboratórios, por Ana Mae Barbosa, (3p.), segundo Lúcio José de Azevêdo Lucena-lucio leonn. - terça, 17 novembro 2009, 15:27

Fonte:1Disponível em http://www.revistamuseu.com.br/artigos/art_.asp?id=3733 Teve acesso em 10/01/2008.

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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Registro Individual Oficina: Postura e Movimento Econômico - Universidade de Brasília (UnB) \ Instituto de Arte (IdA)

Alguns dos exercícios realizados; explicite o objetivo de cada um deles; e relate suas sensações e descobertas durante e depois da Oficina.

"A produção de um som falado é determinada por um número de fatores, significativos na hora de definir o registro e o timbre de uma voz. Um deles é a pronúncia ou os hábitos de fala, que determinam as especificidades do som, variando de acordo com as origens social e geográfica dos indivíduos; outro, as características, mecânicas e/ou morfológicas, de cada órgão vocal, (Davine (2007: 03) apud Sundberg 1987 p.13)". [Isto é, o controle emocional e/ou da cena; a saúde bucal/repouso/ controle da in/respiração/ aspectos hereditários e a vida social etc.].

Postura e Movimento Econômico

É preciso saber re/conhecer nosso potencial ou de superar nossos limites pessoais e de intenções, de intensidades corporais na/da arte teatral.
1) Sequência Postural no chão- permite sentir e observar o peso e a leveza do corpo sobre o chão, a partir de percorrer todo o corpo (membros). A sensação é que estamos com um membro do corpo menor ou maior em relação ao outro. Permite-nos observar, também, as articulações; vivenciar para nos remeter sensações abstratas, como o frio da água etc. Há observação e controle quanto à respiração, intensidade tonal e de percepção de micro-movimentos articulados. Por fim, a postura e a sequência de movimento no chão permite consciência em espaço pessoal nível baixo/econômico; além de trabalhar para alentar e promover todo o corpo em pequenas ações.

2) Sequência Postural de pé – o corpo em eixo e/ou em pés paralelos abertura do quadril, nível alto - nos permite o controle consciente de equilíbrio e desequilíbrio corporal e do peso articulado em dinâmica de tempo (rápido/lento/sustentado) e espaço por meio da articulação de membros e desenvoltura em in/respiração modular e emissão de som, também em espaço pessoal/parcial ou total por meio do balanço do eixo, deslocamento vertical/horizontal.

Por fim, em relação ao trabalho em Oficinas, é preciso aprimorar no corpo, aspectos técnicos, desde a saúde – o fisiológico-; sua postura pessoal, a projeção e articulação da fala (emissão de vogais, intensidade/intenção da fala- tempo; bioenergia), etc; é até perceber que, o corpo necessita é ser instrumentalizado (corpo técnico - tornar-se artístico) em função da ação teatral/da cena/do personagem/texto. Deverá haver possibilidades de sentidos.
Registro individual Oficina (23/09/2009)

Universidade de Brasília (UnB) \ Instituto de Arte (IdA)
Disciplina Laboratório de Teatro 2

Professoras: Silvia Davini/Sulian Vieira Pacheco
Aluno: Lúcio José de Azevêdo Lucena - lúcio leonn
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Luigi Pirandello e breve indicação sobre sua peça: Seis Personagens à Procura de um Autor.

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA-UnB-
DISCIPLINA: Laboratório de Teatro 2

Por Lúcio José de Azevêdo Lucena -lucio leonn- 30/09/2009)

Luigi Pirandello e sobre sua peça Seis Personagens à Procura de um Autor.
Luigi Pirandello (1867-1936) nasceu em Girgenti, na Sicília. Estudou Filologia em Roma e em Bona. Foi um grande renovador do teatro, com profundo sentido de humor e originalidade. Ele estudou filologia na Universidade de Roma e doutorou-se na Universidade de Bonn, Alemanha, país onde também estudou filosofia.Dedicado à literatura, de início escolheu a poesia, mas logo optou pela narrativa e pelo romance realista.

Autor de uma obra vasta, Pirandello escreveu diversos romances que foram compilados sob o título de Novelle per un anno (15 vols., 1922-37).

Dos seus seis romances, os mais conhecidos são Il fu Mattia Pascal (1904), I vecchi e i giovani (1913), Si gira (1916), e Uno, nessuno e centomila (1926).

Pirandello ganhou o Prêmio Nobel de literatura de 1934. O dramaturgo morreu em Roma, em 10 de dezembro de 1936.

É no teatro que Pirandello detém uma vasta obra. Entretanto, tornou-se célebre. Após o êxito com "Assim É, Se Lhe Parece" (1917), foi consagrado com "Esta Noite Se Representa de Improviso", "Cada Um a Seu Modo" e "Seis Personagens à Procura de Um Autor", três peças que deram origem ao chamado "metateatro" ou "teatro dentro do teatro".Inovador do drama moderno, o autor adotou como temas centrais a volubilidade humana e as coincidências entre a vida e a ficção.Pirandello está sempre concentrado no problema da identidade. O eu existe para Pirandello apenas em relação aos outros; consiste na mudança de facetas que escondem um abismo inescrutável.

Escrita em 1921, Seis personagens à procura de autor, relata um ensaio de teatro. O ensaio é invadido por seis personagens que, rejeitadas por seu criador, tentam convencer o diretor da companhia a encenar suas vidas.

No início, o diretor fica perturbado por ter seu ensaio interrompido, mas aos poucos começa a interessar-se pela situação inusitada que se apresenta diante de seus olhos.

As discussões entre as personagens e o diretor compõem uma análise filosófica do teatro. Assim, o peso da peça divide-se entre a narrativa em si, e os aspectos paratextuais, que ganham a cena.

Segundo André Boelter, em seu blog, ele diz o seguinte:

Assim, podemos dizer que em Seis personagens à procura de um autor é possível verificar a busca pela representatividade teatral como conjunto da vida. (...) A invasão dos personagens no ensaio é a invasão da vida real na imaginação que pretende representar o drama da vida real.

Boelter, cita ainda, a fundamentação de Demercy-Mota (2005, p. 02), quando destaca que:

Seis personagens à procura de um autor é a obra mais representativa de Pirandello, onde a expressividade de muitos atos de efeitos (todos eminentemente teatrais) tornam-se cíclicos até o final da peça. O leitor muitas vezes se sentem como os próprios personagens que surgem da sombra. (..).

Fontes
Documento de acesso digital
http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u786.jhtm
Acesso em: setembro de 2009.
http://andreboelter.blogspot.com/2009/07/nesse-texto-buscar-se-fazer-uma-relacao.html
Acesso em: setembro de 2009.
http://www.pirandelloweb.com/portugues/pirandelloweb__em_potugues.htmAcesso em: setembro de 2009.

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Tendo como base o artigo "Vocalidade e Cena: Tecnologias de Treinamento e Controle de Ensaio" e o vídeo sobre o processo de Microatuação-

Vamos discutir questões relativas a esta proposta para a abordagem de textos teatrais

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA-UnB
DISCIPLINA: Laboratório de Teatro 2

1.Em que consiste a Micro-atuação?
Micro-atuação consiste num processo que implica um trabalho meticuloso sobre as cenas-chaves dos textos teatrais em abordagens.

2. Como este procedimento pode ser produtivo nos processos de ensaio e performance do texto teatral hoje?
Pode ser produtivo nos ensaios pela busca do personagem/ator a partir da cena em que o personagem está em mais evidencia; da prática e sustentação do processo que orienta a performance e toda obra - quando em contato com o público revelará uma parcela significativa da voz/estilos/timbres/ressonâncias, significados etc.

3. Que vínculos a proposta da Micro-atuação tem com o desenvolvimento tecnológico da segunda metade do século XX?
Segundo Davini, “considera o lugar que a tecnologia tem ocupado em relação ao corpo; alterações de sentidos entre o corpo e a máquina, na segunda metade do século 20.”
No entanto, novos paradigmas entre a produção de encenação e a recepção de espetáculos - buscam-se um olhar, a partir do corpo como o "primeiro palco da cena"; corpo como plano de consistência, no desejo de superar limites das definições orgânicas etc; e, mais ainda: o corpo abordado em performance como um "lugar de produção de sentidos."

4. De que modo o processo de Micro-atuação interfere na gestualidade (vocal e cinética) dos atores em cena?
Torna-se um processo orgânico corporal; de adaptação/transformação vocal e de ação cênica numa dimensão e de possibilidade visual e acústica.

Fonte: Re: Fórum Micro – Atuação. Por Lúcio José de Azevêdo Lucena -lúcio leonn terça, 6 outubro 2009, 07:41

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Por meio da prática pessoal; meu uso vocal em bioenergia e da apreciação via Vídeos, acrescento aos Elementos dos Som, o seguintes pontos de vista:

modelar e sustentar/projetar a voz (altura): alto/médio e/ou grave - em tempo e espaço de atuação a partir de estudos de texto(autor/personagens/situação dramática etc.) da prática do processo e da técnica em andamento ou da sustentação durante apresentação em público.

as nuances de vozes/inflexões (timbre) conota-se um "leque de possibilidades" de atuação e revela diversas polaridades/características emocionais e de estados físicos/psicológicos de determinados personagens em movimento.

permite alterar o tempo e espaço em in/respiração/pausas psicológicas de atuação (intensidade) - pela voz em estado: lento/rápido/ sustentado / intencional / sensações de sentidos e de evidências da cena e do personagem.

São elementos indissociáveis para o fenômeno teatral em dimensão acústica e de movimento da cena pela entrada do processo da micro-atuação.

fonte (Re: Fórum Micro - Atuação/ elementos do som. Por Lúcio José de Azevêdo Lucena - terça, 6 outubro 2009, 08:20.)

III Festival de Artes das Escolas Públicas e Municipais de Fortaleza / secretaria executiva regional V: "Narrativa para um Cortejo Alegre"

Lido em público pelo autor durante Abertura - Praça do Ferreira, 12 de abril de 2004
Narrativa para um Cortejo Alegre


Autoria: Lúcio Leonn

Temos de tudo nesta festa; pois é o nosso III festival!
Aqui, construímos juntos, passo a passo o Ceará em seus 40 anos de história, de luta e de identidade cultural.
Apreciemos o Ceará em cena, com seus 174 anos de teatro e tradição.
E, não esqueçamos do caldeirão cultural: arte do povo; fonte de toda Ciência, irmanada de geração em geração.
Na literatura, lemos o Ceará: “Iracema”, “O Quinze”, “A Normalista”, “Dona Guidinha do Poço”, “Cante Lá Que Eu Canto Cá”. E mais ainda: a Padaria Espiritual; a rica literatura de cordel.
Ai! Nosso padroeiro São José!
Ai! Meu São Francisco,
somos todos teus devotos, com toda religiosidade e fervor;
AI!, Nós vos pedimos bem baixinho, pra cada um de “ocês: Senhor, se eu não rezei direito o Senhor me perdoa...”
Retratamos aqui, um dos momentos históricos e de grande tristeza; roupas brancas, fitas verdes e amarelas;
SILÊNCIO! SILÊNCIO...
Foi a “Passeata das Crianças de 1912.”
Mas, lembremos de toda peleja, do cearense guerreiro, este “cabôco” desbravador, homem-Forte e de fibra; somos todos vaqueiros da cidade e do sertão!
Negrada olha o riso, a alegria!
Vixe! É das das situações mais inusitadas que o povo cearense toma conta: Bode Ioiô, humoristas, “causos” e molecagem.
Êita, Ceará Moleque! Terra de Quintino Cunha, do palhaço Trepinha, dos conhecidos: Praxedinho e de “seu Lunga.”
E, tem mais:Chico Anysio, Renato Aragão e Tom Cavalcante.
Êita, meu Cearasão!
E a nossa narrativa para um cortejo alegre, está quase terminando... Ceará de Luz, cor e artes... Tudo retratado nas artes visuais.
Corra, minha gente! Meu povo,vejam as alas!
Abram caminhos; “pra ver a banda e o nosso cortejo passar.”
Viva, nosso povo cearense! Viva o nosso III Festival!

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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Plano de Aula em Arte [InterDisciplinaridade Língua Portuguesa]: Alunos 3ª \ 4ª série do fundamental I

15/11/09

Atividade:
Textos com Contos infantis ilustrados sem texto _ Leituras de imagens digitais narrativas e da escrita no Caderno·

Fundamentos teóricos:
1;Conto sem texto 2;Leitura de imagens em sequência e de escrita 3;Criatividade e recurso tecnológico (Internetsite) 4; Organização e criação de frases 5; digitação e teclado
Objetivos:
Geral
· Elaborar proposta concreta de leitura visual (por desenhos narrados), ao mesmo tempo de escrita manual criativa e digital em teclado, a partir de recurso tecnológico (Internet): atividades - Contos ilustrados sem texto - disponíveis em site; tendo como referencial teórico os aspectos gramaticais da Língua Portuguesa (aulas aplicadas).

Específicos
Identificação de aspectos teóricos dos meios de comunicação no contexto das novas tecnologias da informação e da comunicação (uso de sites e de artes visuais via Internet; manuseio do mouse etc.).
Familiarização com as TIC’s e sua utilização em atividade proposta de contos sem textos via WEB (virtual) e registro com lápis no caderno-aluno (preSencial).
Organização de idéias para despertar criatividade via uso da linguagem visual (desenhos) e da escrita em Língua Portuguesa.
Exploração da dinâmica de leitura-escrita e da coerência de frases (textos), a partir da sequencia de movimento dado pelo clique e de uso do lápis.
Ampliação do referencial em manuseio do computador e de seus elementos periféricos (teclado, mouse, tela etc.) e recursos tecnológicos: o site.
Compreensão da escrita\leitura em Língua Portuguesa; de seus aspectos gramaticais e análise morfológica; de aulas aplicadas e de vocabulário do aluno (a).

Conteúdo:
Explanação da Web e do recurso pesquisa de sites: saber pesquisarem.
Leitura visual (internet) contos ilustrados recurso Net.
Escrita em caderno de seqüência de ações de _ imagens (Contos ilustrados sem textos): Índice dos Contos Disponíveis (site):
No Silêncio da Noite À noite, quando todos dormem, lá fora, pelos becos escuros e ruas desertas, coisas misteriosas acontecem.
O Menino Buliçoso Um menino exercitando sua curiosidade dentro de casa...
Meninos Venham Cá... Duas crianças correndo dentro de casa. Use à vontade a sua imaginação...
O Enigma Um conto diferente para despertar a criatividade e imaginação infantil, ou mesmo adulta.
A Menina e o Cachorro Para a criança ver o conto e interpretar livremente.
O Menino e o Presente Um menino ia andando, tranquilo, olhando para cima, então...
O Cachorrinho Aquele Cachorrinho ia andando tranquilo pela rua quando...
  • Correção via leitura em troca de textos por pares.
  • O recurso dos periféricos (teclado, mouse...) e a página documento Word.
  • Digitação de textos corrigidos por uso do teclado, outros componentes do PC.
  • Divulgação\recepção.

Tempo: duas aulas, de 1h30min cada.

Metodologia:
Da abordagem será por meio do conteúdo aplicado em sala de aula, disciplina de Língua Portuguesa - e, interdisciplinar com a disciplina de Arte - Laboratório de informática Educativa (LIE) por meio de recurso tecnológico da internet via computadores; teclado, mouse; de método tradicional de escrita no caderno; a partir de leitura visual de contos.

Haverá os Procedimentos de liderança comportamentais de alunos individuais e em grupo, pela observação e participação em atividade proposta. Bem como, explanação do professor regente-Lie sobre o uso e mal uso de saber pesquisar em sites etc.; de como serão as etapas de cada atividade.

(A metodologia se dividirá em 1ª e 2ª etapa):
Contará com a disposição de alunos em computadores, professor-regente lie\professor-disciplina em aula do LIE; da localização e indicação de site e da página de pesquisa em contos sem textos ilustrados; no site, o aluno deverá navegar por toda página e depois localizar e escolher o conto por subjetividade. Assim, contará com observação de imagens seqüenciadas por uma primeira leitura de imagens e possibilidades de escritas. Depois, de segunda leitura será o passo da escrita no Caderno, ao mesmo tempo de leitura via web. Posteriormente, durante a segunda etapa, da correção junto aos professores e digitação documento word. Em seguida, leitura em sala de aula, professor-disciplina. O aluno deverá encontrar e indicar um meio de divulgação e recepção de seu trabalho.

Articulando os objetivos e metodologia, pretende-se alcançar o seguinte:
Ao escrever no caderno, ESPERA-SE do aluno a compreensão e a diferença entre como proceder no teclado e no caderno;
Apreenderá a manusear o computador e o recurso Internet de tempo, FAMILIARIZAR-SE;
Observará e criará idéias de imagens em ARTICULAÇÃO com a escrita e língua materna (vocabulário), quando aplicadas em sala de aula e aulas no LIE;

Ao divulgar seu trabalho, ampliar a produção e valorização da escrita e de atividade-aluno.
Outros.

Recursos:
Recursos materiais de consumo (cadernos, lápis, borracha.)
Recursos técnicos (20 computadores, sala do Laboratório de Informática EducativaLIE)
Recursos humanos (1 professor-regente LIE, professor disciplina, 20 alunos(as).
Recursos tecnológicos (Internet\SITE).

Avaliação:
Dar-se-à inicialmente, por meio de textos escritos e criados como resultado prático no caderno-aluno (peso 2); em seguida, de aspectos da correção gramatical (letras:maiúsculas\minúsculas;pontuação,coerência de frases, vocabulário, etc.Professor-alunoaluno-professor) e da poética da escrita em articulação visual de idéias e fruição criativa por imagens sucessivas via site,(tem peso 3).Tempo hábil de execução da atividade e manuseio do PC, (peso 1);Por meio do Comportamento e disponibilidade de atividade em dupla por computador\ relato: (Quem ajudou quem. Grau de dificuldade e manuseio em conjunto\individual etc.);(peso1); Digitação via teclado pelo aluno, Conto ilustrado com correção, (peso 1).Por fim, encontrar uma forma de divulgação (blog, cartazes etc.) e de ilustração (releitura e criação de imagens, desenhos para escrita\conto) e recepção da atividade, tem peso 2.

Referência bibliográfica<© Copyright 1998-2009), em: <http://www.sitededicas.com.br/>. Acessado em 09 de novembro de 2009.

UnB Instituto de Artes TECNOLOGIAS CONTEMPORÂNEAS NA ESCOLA 2
Licenciatura em Teatro do Programa Pró-licenciatura. UnB/UNIR/MEC
Atividade de Lúcio José de Azevêdo Lucena-lucio leonn
Professor Christus Nóbrega
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ALGUNS RESULTADOS DE ATIVIDADES -Textos com Contos infantis ilustrados sem texto _ Leituras de imagens digitais narrativas e da escrita no Caderno·
emeif herbert de sousa -FORTALEZA-CE

1.SOBRE: O Menino Buliçoso
“Era uma vez um menino buliçoso que se chamava Raimundo. Esse menino era tão buliçoso que “coquer” coisa que ele via pela frente ele queria bulir.
Teve um dia na sua casa, a sua mãe comprou um jarro tão caro e ele foi bulir.E ele chegou tão perto do jarro 'con' a ideia de quebrá-lo. E ele estava pensando. Ele não sabia se quebrava ou se não quebrava.
'Poxa eu quebrei o jarro da minha 'mae.' E agora?'
E, então, ele saiu todo desconfiado e com medo, da mãe dele. E, assim ele saiu correndo. E se fingindo que não aconteceu nada.
E ele correu, tão depressa para mãe dele não ver o jarro quebrado. E ele viu um prato de biscoito com leite numa mesa e foi numa intenção de comê-los.
FIM.” (Igor, Cleiton e Samuel -Alunos - 4ª série-manhã - 2009)

2. SOBRE: O Menino Buliçoso
“Era uma vez um menino buliçoso olhando para o vaso.
O que ele estava tramando? Será que o menino pensava em quebrar o vaso?
O menino buliçoso estava tonto.
O menino estava com medo.
O menino estava correndo com muita pressa.
Ia derrubando o vaso da mãe dele.
O menino estava com muita fome que foi beber leite com biscoitos.”
Fim por fim, feito por nós (Vitória, Taylana e Vicência-Alunas 4ª série, Idem.).