sábado, 22 de fevereiro de 2020

“YERMA” - Curso de Arte-Dramática da UFC (CAD): Turma 1993. Direção Ivonilson Borges (vídeo 1994)

UMA Homenagem ao ator, diretor e professor Ivonilson Borges
O diretor, Ivonilson Borges. Recebeu Destaque do Ano – 1994- Categoria DIRETOR por Yerma. Reprodução (2020), a partir do vídeo
À MEMÓRIA da trajetória do Curso de Arte-Dramática da UFC (CAD).
Curso Básico de Teatro
Coordenação Edílson Soares
Promoção Pró-Reitoria de Extensão – UFC.
Universidade Federal do Ceará-UFC.
*Turma 1993*

Vídeo gravado em VHS realização Tropical Produções, 1994- Teatro Universitário - Paschoal Carlos Magno (Reprodução  DvD –, a partir do acervo do ator Lúcio Leonn.

[...], o CAD para mim, veio na admissão dos exames prestados no final de 1991; prova de improvisação direcionada; avaliação de interpretação, a partir do texto: “Quando as máquinas param”, de Plínio Marcos; provas de leitura à primeira vista e redação; todas de caráter reprovativo. Vale ressaltar que prestei exames apenas uma única vez, e o espetáculo de conclusão da turma (1993) foi “Yerma”, de Federico Garcia Lorca, sob direção de Ivonilson Borges (Lúcio Leonn, 2002).¹

“YERMA”, Obra de Federico Garcia Lorca (Tradução de Cecília Meireles)

Direção: Ivonilson Borges
 
Folder\Arquivo pessoal, 1993
ELENCO
(Por ordem de Entrada em Cena)

PRÓLOGO
Helena Vilar, Vanéssia Gomes, Alessandra Lima, Stela Dragaud, Hilda Brasil, Joana Angélica, Lúcio Leonn, Raquel Duarte, Luciana C. Branco, Anne Falcão, Veimires Lavôr, Inês Arruda.

YERMA –  Helena Vilar (IMAGEM EM VÍDEO) e Vanéssia Gomes (desdobrando-se no papel principal em dias distintos)
JOÃO –  Antônio Carlos Vilar
MARIA –  Joana Angélica e Raquel Duarte; Helma Aretuza (IMAGEM EM VÍDEO)
VICTOR –  Luciano Junior
VELHA –  Hilda Brasil
1ª RAPARIGA – Stela Dragaud; Graça Garbo (IMAGEM EM VÍDEO)
2ª RAPARIGA – Alessandra Lima
2ª CUNHADA –  Luciano Junior
1ª CUNHADA – Lúcio Leonn
1ª LAVADEIRA –  Stela Dragaud; Graça Garbo (IMAGEM EM VÍDEO)
2ª LAVADEIRA – Alessandra Lima
3ª LAVADEIRA – Hilda Brasil
4ª LAVADEIRA –  Joana Angélica; Anne Falcão (IMAGEM EM VÍDEO)
DOLORES – Stela Dragaud; Graça Garbo (IMAGEM EM VÍDEO)
MULHER – Veimires Lavôr (ATRIZ CONVIDADA); Anne Falcão (IMAGEM EM VÍDEO)
RAPARIGAS –  Luciana C. Branco, Anne Falcão (IMAGEM EM VÍDEO), Inês Arruda, Helma Aretuza, Graça Garbo (IMAGEM EM VÍDEO) e Hertenha Glauce (PARTICIPAÇÃO ESPECIAL)
MACHO –  Lúcio Leonn
FÊMEA –  Alessandra Lima
CIGANO – Luciano Junior
Reprodução minha, Jornal O Povo - 1994
EQUIPE TÉCNICA
SONOPLASTIA|MUSICALIZAÇÃO TEXTO EM CANTO – Elzenir Colares
CENÁRIO|AMBIENTAÇÃO – Roberto Galvão
ACESSÓRIOS E ADEREÇOS DE CENA – Ivonilson Borges

*ILUMINAÇÃO – Neto Brasil
FIGURINOS – Raquel Duarte
CONCEPÇÃO FIGURINO PERSONAGEM MACHO – Lúcio Leonn
COREOGRAFIA MOVIMENTOS (FÊMEA E MACHO) – Alessandra Lima e Lúcio Leonn, sob a supervisão de Ivonilson Borges
MAQUIAGEM – Clínio Mendonça

DIREÇÃO – Ivonilson Borges
AGRADECIMENTOS
Ao Corpo Docente do Curso de Arte Dramática

AGRADECIMENTOS ESPECIAIS
Edílson Soares
Ricardo Guilherme
Francisco José Vieira da Silva (SEU DEDÉ)
Helène Velay

HOMENAGEM ESPECIAL

A JOSÉ RODRIGUES NEWTON, pelos 30 anos de relevantes serviços prestados ao Curso de Arte Dramática

Reprodução minha
O espetáculo “Yerma” (conclusão da Turma 1993) fez estreia no Teatro Universitário Paschoal Carlos Magno, no dia 18 de Dezembro de 1993 – Seguiu temporada a partir de março de 1994, com parte do elenco de atrizes modificado. Ou seja, atrizes antes, com a participação especial na peça; assumiram alguns papéis de destaques. Entretanto, outras atrizes entraram no decorrer da temporada\cenas. (LUCENA, atualização para o Blog, 2020)4
Destaques do Ano – 1994  
Categorias:
DIRETOR Ivonilson Borges – Yerma
ATRIZ Helena Vilar – Yerma
ATRIZ COADJUVANTE Hilda Brasil – Yerma.

ATRIZ Helena Vilar – como Yerma. Reprodução minha (2020), a partir do vídeo
Hilda Brasil – como personagem, a Velha. Idem.
 ²Curso de Arte-Dramática da Universidade Federal do Ceará – UFC\CAD – Curso Básico de Teatro, (turma 1993) - Coordenação Edílson Soares.
Corpo Docente:                                                    Disciplinas:
Edílson Soares………………………………… Interpretação Dramática
Betânia Montenegro………………………………..Expressão Corporal
Ivonilson Borges…………………………………. Expressão Vocal
João Falcão……………………………………… História Geral do Teatro
Dalva Stela…………………………………………… Música e Ritmo
Paulo Tadeu………………………………… Fundamentos da Comunicação
Ricardo Guilherme…………………. Teatro Brasileiro, Teoria do Teatro,  Elementos de Direção.
____________________________________________________________________
Período de duração: 4 semestres- Carga horária total: 1. 280 h\aula; dias de 2ª a 6ª-feira, no horário de 19 às 23h30min. - Local Teatro Universitário Paschoal Carlos Magno\Anexo Conservatório de Música Alberto Nepomuceno. Coordenação Prof. Edílson Soares dos Santos.

Cena\Espetáculo “Yerma” de Federico Garcia Lorca, direção Ivonilson Borges. Elenco (foto, a partir da esquerda): Antônio Carlos Vilar, Luciano Falcão Jr., Lúcio Leonn e Helena Vilar. Teatro Universitário. Turma 1993. Acervo pessoal.
“Yerma”, de Federico Garcia Lorca, sob direção de Ivonilson Borges, foi o espetáculo de conclusão da turma de 1993; nele, contou-se com os seguintes alunos-atores\concluintes (por ordem de entrada em cena): Helena Vilar e Vanéssia Gomes, (desdobrando-se no papel principal em dias distintos), Antônio Carlos Vilar, Joana Angélica e Raquel Duarte, Luciano Falcão Jr., Hilda Brasil, Stela Dragaud, Alessandra Lima e Lúcio Leonn; e mais atrizes convidadas. [Veimires Lavôr (ATRIZ CONVIDADA), Anne Falcão, Graça Garbo, Helma Aretuza, Inês Arruda [não-concluinte da turma], Luciana Castelo Branco. E, Hertenha Glauce (PARTICIPAÇÃO ESPECIAL).]. No entanto, de 20 candidatos selecionados [1992], somente dez alunos-atores não concluíram o Curso, por motivos pessoais e\ou escolares (fonte: arquivo pessoal- Ano de 1992-1994).² 

(Primeira à esquerda): Stela Dragaud; Raquel Duarte; Hertenha Glauce; Vanéssia Gomes (centro), como “Yerma”; Helena Vilar; Joana Angélica e (primeira à direita), Anne Falcão. Acervo Pessoal fotorreprodução jornal Diário do Nordeste 20 de Março de 1994. Reprodução minha, 2020

… Em 2001
IVONILSON BORGES fora agraciado com o TROFÉU CARLOS CÂMARA, pelos relevantes serviços prestados ao Teatro Cearense… 
divulgação\Reprodução
Vídeo acima, gravado em VHS realização Tropical Produções, 1994- Teatro Universitário - Paschoal Carlos Magno (Reprodução DvD –, a partir do acervo do ator Lúcio Leonn\atualização em pesquisa – 2020)
Bastidores: Teatro Universitário: Nós do Elenco de  "Yerma"- Ao lado do Iluminador Neto Brasil e diretor da peça:
Ivonilson Borges.  Imagem acervo da atriz Hilda Brasil
















Abaixo, seguiremos Um registro de 2002. Breve MEMÓRIA da trajetória do Curso de Arte-Dramática da UFC (CAD). Promoção Pró-Reitoria de Extensão – UFC. Universidade Federal do Ceará-UFC. Curso Básico de Teatro, sob a coordenação do professor Edílson Soares. 

‘O Impulso de Representar’ Adler (2008, p.17-18) começa na busca de clarificar o possível: ‘Deixem-me começar dizendo que o sistema de Constantin Stanislavski é uma técnica de atuação e técnicas sempre existiram. Porém a dele é a mais moderna, embora tenha sido descoberta e formulada há quase cem anos.’ Tal citação me conduz ao velho pensamento ocidental quando hoje egresso do Curso de Arte Dramática da UFC (1992-1994), disciplina de Interpretação Teatral ao discurso prático, em que o professor Edílson Soares nos convencia em exercícios de interpretação/improvisação: ‘devemos atuar com 50% de emoção e mais 50% de razão’. (Lucena, 2012, p. 27)³
O ator, professor e coordenador do Curso Edílson Soares (1935-2016). Ocasião do recebimento do TROFÉU CARLOS CÂMARA, em 1987. Fotorreprodução minha, como membro do grupo “Lançamento Mostra Edilson Soares”. Comunidade Facebook. Acesso, 2020

À MEMÓRIA da trajetória do Curso de Arte-Dramática da UFC (CAD). Curso Básico de Teatro. Coordenação Edílson Soares. Promoção Pró-Reitoria de Extensão – UFC. Universidade Federal do Ceará-UFC: Um registro de 2002!

¹Primeiramente, temos o CAD, Curso de Arte-Dramática da Pró Reitoria de Extensão da Universidade Federal do Ceará-UFC, […] também chamado de curso básico de teatro, sob coordenação do Professor Edilson Soares, é peça de efetiva importância no contexto artístico e cultural da comunidade fortalezense, seja pelo papel que desenvolveu anteriormente (1960-1995), como única escola de teatro que manteve por todo esse tempo um “ensino sistemático” dirigido à preparação do ator, seja pela dimensão de seus espetáculos que, ou apontavam para a busca de uma nova linguagem ou no mínimo, estavam em acordes com o que de mais atual se concebia no palco  (grifo meu), [a partir da visão minha Parecer nº: 0641/2.001; Aprovado em: 11.12.2001/Conselho de Educação do Ceará: Câmara da Educação Superior e Profissional; (p. 1-4]. Embora, houvessem atores em formação a partir de 1990, os quais nunca passaram por esse curso e não concordam com tal afirmação.

Outro dado relevante que diz bem a presença forte do CAD no movimento teatral da cidade é que, se fizermos um levantamento estatístico, ficará constatado que, em sua composição, mais de 70% dos grupos de teatro contam com atores egressos desse curso.

Entretanto, o CAD para mim, veio na admissão dos exames prestados no final de 1991; prova de improvisação direcionada; avaliação de interpretação, a partir do texto: “Quando as máquinas param”, de Plínio Marcos; provas de leitura à primeira vista e redação; todas de caráter reprovativo. Vale ressaltar que prestei exames apenas uma única vez, e o espetáculo de conclusão da turma (1993) foi “Yerma”, de Federico Garcia Lorca, sob direção de Ivonilson Borges.

Outra informação importante relevante ao CAD é a validade do Certificado do Curso Básico de Teatro, quanto ao campo da Educação, principalmente no caso de professores de Arte, é ainda mais atípico. Isto é:

ao longo desses anos não obstante as tantas inovações dos últimos 40 anos, ainda no dealbar da década de 90 o Ceará não dispunha de cursos regulares para formações de professores de Arte-Educação. Tais professores eram preparados em cursos especiais promovidos pela Universidade em cursos de extensão ou equivalentes. É o caso, por exemplo, da Universidade Federal do Ceará que autorizou sua Pró-Reitoria de Extensão, a oferecer Curso Básico de Teatro, cujo certificado ensejou a oferta de professores de Arte-Educação para a escola regular de ensino fundamental da comunidade cearense, até recentemente. (Parecer nº:0641/2.001; Aprovado em: 11.12.2001/Conselho de Educação do Ceará: Câmara da Educação Superior e Profissional; (pp. 1-4)

Isto quer dizer que tal programa de emergência tem fundamentação na visão contemporânea que a Lei nº 9.394/96-LDB, dá aos processos que são utilizados para a educação, tanto que essa visão nova é aberta “logo no artigo 1º, quando a lei define a presença da educação na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições da sociedade civil e nas manifestações culturais.” (ibidem, pp. 1-3).

Este prossegue, quando reconhece a importância da vinculação da escola ao mundo do trabalho e à produção social, recomendado taxativamente essa vinculação, no parágrafo 1º do mesmo artigo.

Já no inciso X, do Art. 3º, reforça-se o respeito à experiência extra-classe, introduzindo nos currículos a educação que foi adquirida fora da escola.

Sob o aspecto da formação profissional, o próprio artigo 41, reintegra a legislação anterior que permite a certificação após exames, incluindo o conhecimento adquirido no trabalho.

Os profissionais formados por esses programas adquiriram, pois o direito de lecionar e prestarem relevantes serviços à educação, tanto que o conselho já tem seguidamente manifestado o respeito à legalidade de certificados e diplomas emitidos com base na legislação que criou cursos emergenciais, inclusive nas suas formas locais e específicas, como é o caso dos profissionais de arte-dramática, teatro, etc.

Vivenciei na prática tal experiência, isso quando nós, atores, solicitamos ao referido conselho uma consulta sobre a validade do certificado de Curso Básico de Teatro-CAD, promovido pela UFC, para fins de inscrição em concurso para professor de Arte na Prefeitura Municipal de Fortaleza, cujo documento que aqui fundamento teve o seguinte voto de conclusão: 

O curso em apreço não é de nível superior, mas é equivalente ao curso de nível superior, enquanto exigência legal para o exercício de magistério. No caso da arte, seu reconhecimento, como certificado de proficiência profissional decorre de circunstâncias históricas de inscrição do ensino de Arte na escola sem prévia organização legal do profissional da educação na área, que no Ceará, só foi iniciado, de 1997, para o segmento do candidato. Cabe pois ao nosso ver (...) o direito a participar do concurso para o magistério de Arte no Ensino Fundamental. (Ibidem, p.4/4; o grifo é meu.)

As atividades de políticas educativas no curso de arte-dramática da UFC/CAD permanecem estas estagnadas, beirando o obsoleto e, assim, vão no mesmo rumo outras instituições de ensino de teatro em Fortaleza (já supracitados sem devida acreditação junto aos órgãos educacionais). O [Curso] Colégio de Direção Teatral-CDT, do Instituto Dragão do Mar, por exemplo pode ir para a 4ª turma, ou o projeto Piane, dando análise pessoal a essas instituições, projetos locais, e seus currículos. Tudo isso precisa adequar-se a própria lei vigente (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional-LDB), quanto às cláusulas legais para se tornarem instituições e/ou escolas de ensino de teatro regular ou superior, de Arte-Educação/Teatro. O Instituto Dragão do Mar ainda não é reconhecido juridicamente quanto à sua certificação.

É preciso cuidar da documentação dos cursos desse instituto tão importante para as artes cênicas. Mas creio eu que o Curso Colégio de Direção Teatral/Instituto Dragão do Mar estará apto e preparado para tal legitimação. Tendo já, inclusive, uma ampla visão em experiência de mercado de trabalho quanto à qualificação de mão-de-obra local (capacitação). Vale recordar que o CAD vem resistindo há décadas no ensino básico de teatro. Percebo a hora da prática (re) organizacional nos diversos segmentos teatrais.

No entanto, na ocasião em que surge para a comunidade fortalezense, o curso superior em artes cênicas no Cefet-Ce, o Professor do CAD de História Geral do Teatro e também ator, Gil Brandão, explicava, em entrevista, acerca do Curso de Arte Dramática-CAD, da Pró-Reitoria de Extensão da UFC, com o seguinte ponto de vista: “O CAD é um curso de formação profissional, mas não é de graduação. Ele oferece um certificado que permite que o ator tire sua carteira profissional juntos aos sindicatos. Mas não dá para ser professor numa escola”, (O Povo Vida e Arte, 02.08.2002; “Vestibular para o teatro”, p. 7).

Entretanto, Brandão vai mais além quando faz referência ao Magistério. Logo para ele (ator), lecionar é “uma alternativa para que os profissionais não dependam financeiramente de atuar no cenário cearense. Falta organização dos professores e falta sensibilidade e interesse da UFC para o ensino das artes cênicas. Até hoje não temos no Ceará um curso de licenciatura ou bacharelado em teatro”, (Ibidem).

Porém, registro que não vai ser agora com o curso tecnológico. Então, é sob este ponto de vista e ainda, na mesma entrevista, o coordenador e Professor do curso superior em artes cênicas do Cefet-Ce, Paulo Ess, atesta que curso “capacita na prática, com ele o graduado pode fazer mestrado em artes, mas não é uma licenciatura. Isso, por enquanto, porque o nosso objetivo é esse”. Confirma Ess.¹

[Foi quando só em maio de 2008, cumprindo esse ideal, tal órgão federal reorganizou seu currículo e apresentou à comunidade de Fortaleza-Ce, seu Curso de Licenciatura em Artes-habilitação em Teatro, (Processo Seletivo de ingresso no segundo semestre de 2008). Já entre outra ação política no Cariri-Ce, resultou na criação da Escola de Artes da região. Muito antes, a Escola de Artes fora iniciada em 2005, fruto da articulação entre coordenação do Pólo Universidade Regional do Cariri (URCA) e a Prefeitura Municipal de Barbalha. Como também responsável pela oferta e criação de Licenciaturas do Curso (da Urca) de Artes Visuais e de Teatro (de Barbalha). - na época, inéditos no Estado. O processo de seleção para professores de arte (cinco vagas - interpretação/expressão corporal/ direção), iniciou-se em setembro de 2006, via concurso público estadual. E, aulas, no segundo semestre seguinte.]. (Lucena, 2020)4
_____________________________
NOTAS
¹ LUCENA, Lúcio J. A. (Lúcio Leonn) - Os Processos de Formação Teatral em Fortaleza na Década de 1990: Memórias de um Ator. 2002 (177f.). Subtópico: “Um certo olhar documental sobre as ‘antigas’ e ‘novas práticas’ teatrais em Fortaleza-Ce: Perspectivas que revelam desenvolvimento (re) organizacional, (p. 58-60). Trabalho de conclusão de curso (Especialização em Arte e Educação) – Parceria Universidade Estadual do Ceará (UECE). CEFET-CE, Fortaleza: 2002.

²__________, Lúcio J. A. (Lúcio Leonn) - IDEM. In Anexo 9: Curso de Arte-Dramática da Universidade Federal do Ceará – UFC\CAD – Curso Básico de Teatro, (turma 1993). [Coordenação Edilson Soares], (p. 114). Trabalho de conclusão de curso (Especialização em Arte e Educação) – Parceria Universidade Estadual do Ceará (UECE). CEFET-CE, Fortaleza: 2002.

³________, Lúcio J. A. (Lúcio Leonn) - Trajetória, Projetos e Teatro: Apontamentos Memoriais da Formação Artística e Acadêmica de Um Professor/Ator. 62f. Subcapítulo: Construções de Cenas aos Levantamentos de Proposições Teatrais, a partir da análise sistemática e/ou comparativa - Stella Adler ao jogo teatral condicionado - ação (tempo e espaço): uma proposta de dimensão estética e pedagógica, (p. 27). Trabalho de conclusão de curso (Licenciatura em Teatro) – Universidade de Brasília (UnB). Instituto de Artes (IdA), Brasilia\Fortaleza, 2012.


4 _____________ , Lúcio J. A. (Lúcio Leonn) - Atualização para o Blog, 2020.




domingo, 26 de janeiro de 2020

O Teatro de Improvisação: articulações entre a Teoria | Prática – base para conhecê-lo | fazer – seguir seus teóricos - brevidades

Por Lúcio Leonn (Agosto - 2016) 


Primeiro, sinalizo referência no binômio teatro-esporte – criado pelo inglês Keith Johnstone (1933), fundamentalmente. Antemão, obras importantes como, Impro: Improvisation and the TheatreImpro For Storytellers (JOHNSTONE 1979;1999); tornam-se referenciais teóricos de pensar–fazer–teatro–o improviso cênico. Seu Teatro demarcado como uma grande partida de teatro entre dois grupos de intérpretes improvisadores, o teatro-esporte é um propósito artístico bastante celebrado hoje em dia, onde se baseia em técnica de improvisação teatral. E, idealizado desde sua procedência, como: Theatresports. Portanto, para Keith Johnstone: “Atores bons estão sempre a cumprir o que se passa no presente da cena. Os atores não devem estar preocupados no que poderá acontecer ou desenrolar à frente” (Tradução livre minha, 2016).  

No mais, ver ACHATKI, Vera Cecilia (2010). O teatro-esporte de Keith Johnstone: o ator, a criação e o público.

Máscara: Guerreiro - “Oficina Théâtre du Soleil: Curso de Interpretação a partir do Trabalho com Máscaras e Maquiagem”, ministrada em Fortaleza\Ceará (1988)\Foto Eliza Günther. Acervo lúcio leonn.

E, segundo, no teatro de improviso, mais uma vez, reencontro fundamentos (estudos meus) – “Oficina Théâtre du Soleil: Curso de Interpretação a partir do Trabalho com Máscaras e Maquiagem”, ministrada em Fortaleza\Ceará (1988), a partir de conceitos do “grupo Comèdian Dell’arte, um dos fenômenos mais importantes da história do teatro – ou de máscaras, ou de improviso, ou de bufões, ou de mais diretamente comédia italiana, que se firmou do século XV ao XVII, na Itália.” [...] In LUCENA, (2002 p. 35.). 
Máscaras Comedian Dell'art: Senhor e Senhora Pantaleão, Matamor, Arlequim, Polichinelo e Madame Memepinha. “Oficina Théâtre du Soleil: Curso de Interpretação a partir do Trabalho com Máscaras e Maquiagem”, ministrada em Fortaleza\Ceará (1988)\Foto Eliza Günther. Acervo lúcio leonn.
Vejamos, um resumo abaixo, da “Oficina Théâtre du Soleil: Curso de Interpretação a partir do Trabalho com Máscaras e Maquiagem”
 – Trabalho de Teatro de Improvisação ocorrido no Teatro São José (Brasil), ano de 1988, como aluno ator vivenciei:

Da base de todo o trabalho de ator, eram as máscaras personificadas (senhor e senhora Pantalon(e), Arlequim, Madame Memepine, Matamor, etc.), ou ainda, maquilagem (personagens) de um casal de apaixonados (Pierrot/Colombina). Além de uso de máscaras, acontecia improvisação em circunstâncias dadas a partir de um tema, que era discutido em pequenos grupos distribuídos voluntariamente, como também os personagens (máscaras) eram escolhidos espontaneamente pelos alunos-atores para improvisação. Mas, com o passar da oficina, alunos-atores/atrizes acabavam identificando-se com a tipologia das máscaras, fixando-se apenas em uma, duas, três, máscaras (personagens); (LUCENA, p. 30.).


Imagem -"Oficina Théâtre du Soleil: Curso de Interpretação e Improvisação a partir do Trabalho com Máscara e Maquiagem". Alunos-atores: Margarete Costa e Lúcio Leonn, em cena com Máscaras de Senhora e Senhor Pantaleon(e)- Figurino: Acervo Grupo Comédia Cearense. Foto Eliza Günther-1988. Acervo do ator lúcio leonn.

Os instrutores Georges (Bigot) e Maurice (Durozier) instigavam e orientavam os atores-personagens em cena; ao uso e aplicação das técnicas, outrora eles podiam quebrar todo o plano de criação do aluno-ator ainda em cena, (o chamado ‘esquema racional’, discutido anteriormente nos pequenos grupos formados). Isso acontecia bem à frente do palco construído, que juntamente com os demais grupos de atores, também preparados para adentrar em cena, formava-se ‘uma grande e aflita plateia’. Já o momento de início ou intervalo, de retorno ou finalização do dia de atividades teatrais era indicado por toques de sineta, (LUCENA, p. 30-31, grifos meus).

Havia instrumentos de sopro e de percussão sobre um tapete grande, ora à esquerda, ora à direita (na plateia), que serviam para pontuar as improvisações em cenas de tensões, de alegria, de mistério, de trapaça, de amor... [...] Já o aluno-ator devia respeitar a personalidade que a máscara representava, assim como o tema proposto à discussão em grupo anterior às cenas (seguir esquema racional), ou aos momentos de realização de caráter interpretativos. Além de tentar seguir claramente o objetivo do personagem, seu conflito, a situação dramática, etc. (Idem, p. 31.)

“O Senhor Pantalon vai às compras porque fará uma grande festa. Na feira, encontra Arlequim, (isso sem saber que o vendedor é o tal Arlequim vendendo especiarias). Sr. Pantalon procura pechinchar (embora seja muito rico e esperto), mas é ‘pão-duro’ e faz de tudo para ficar com a metade do dinheiro, trapacear e sair-se bem. Já Arlequim que se passava como vendedor (disfarçado) procura realizar seu objetivo (de personagem), conforme sua situação/dramática.” Um exemplo de improvisação direcionada e encaminhada para cena, sob a orientação dos franceses, (p. 31).

Caso o aluno-ator não realizasse tais ações, não vivesse o personagem na íntegra, sendo ele, essencialmente a personalidade-máscara, o ator sairia do jogo/cena por intermédio de um código-uma palavra francesa, que na época soava nada agradável; à la Coté. Ela significava muito, e para alguns, muitas coisas negativas como: frustração, angústia, revolta, etc. (Idem)

Imagem: Término de Improvisação -"Oficina Théâtre du Soleil: Curso de Interpretação a partir do Trabalho com Máscara e Maquiagem". Análise de cena por parte dos franceses. Alunos-atores: Martine Kunz, Lúcio Leonn, Chiara Queirós e Ricardo Black.- Figurino: Acervo Grupo Comédia Cearense. Foto Eliza Günther-1988. Acervo do ator lúcio leonn.
Terceiro, ver também: “Natureza e Sentido da Improvisação Teatral”, Sandra Chacra (1983); onde a autora estuda um trabalho inédito na bibliografia brasileira diante do tema improvisação. Chacra analisa que toda interpretação cênica ou não, existe a partir de uma associação de decisão e improvisação, perante a obra acabada ou diante de espectadores. Isto é, a improvisação teatral é igualmente, um resultado enquanto apresentação pública de teatro; espaço que se torna resumo de componentes interligados em cena por meio de proposição e sentido teatral antes, durante (o momento) ou depois, – Um devir no/de espetáculo, (vide Chacra; 2ª edição: Perspectiva, 2010).

E, aponto o quarto livro Improvisação para o teatro (2006), de Viola Spolin (1906-1996), traduzido e revisado por Ingrid Dormien Koudela e Eduardo José de Almeida Amos conferem uma questão que diz respeito ao valor da emoção do intérprete\jogador em passagem de cena.
  
“A emoção que necessitamos no palco só pode surgir da experiência imediata” (SPOLIN, 2006 p. 214). Ou seja, Spolin diz não, a pré-fabricação de emoções à cena.

Adiante, indicarei alguns componentes essenciais do teatro de improvisação, sinteticamente. Pois, o teatro de improvisação de Spolin e seu ator-jogador buscam

aprimorar a percepção; o saber ouvir;  a cena-tema; as cenas sobrecenas; o jogador (movente) - modificando: as emoções, a situação dramática ou a transmudar a intensidade da ação interior; partiu à Exposição de Emoção sem perder o Foco (problema); O jogo (dramático) teatral em antítese (Sim\Não): polaridades. Ou, o análogo: pontos de observação; um, dois, três jogadores em ação/envolvimento em dupla  ator\atriz: A B e C.; o espaço (vazio); o tempo (moderado / sustentado / à deriva /alongado / real): mediações (personagens atuantes / facilitador). A fala natural\arquétipos vocais; à resposta orgânica; uma conversação com envolvimento ou fisicalizar um objeto; improvisando com o corpo inteiro (mente, inteligência e criatividade); apresentação do conflito pelo facilitador... (Spolin 2006, in Lucena, 2016). Fazem de todo, um pouco;  emergir a Improvisação para surgir o teatro; além de  treinamento; instauração da presença cênica de intérpretes e a priorizar o corpo arquitetônico. 

Alguns tópicos entre a prática\teoria improvisacional, os Jogos Teatrais  seguem ainda, sucintamente, abaixo.

Sobre os Jogos Teatrais (Viola Spolin), segundo Ingrid Koudela (2006; 2007) assinala: 
as regras do Jogo Teatral incluem a estrutura dramática: (Onde\Quem\ O Quê). E, Três essências do Jogo Teatral: FOCO – coloca o jogo em movimento. Não é o objetivo do jogo. (PC=Ponto de Concentração). O problema é o objetivo do jogo que proporciona o foco.  INSTRUÇÃO – é o enunciado daquela palavra ou frase que mantem o jogador com o foco. A instrução deve guiar os jogadores em direção ao foco, gerando interação, movimento e transformação.  AVALIAÇÃO (plateia) – não é julgamento. Nem é crítica. A avaliação deve nascer do foco. O problema foi solucionado? (Os jogadores mantiveram-se no foco?) O papel da plateia deve se tornar uma parte concreta do treinamento teatral.  Os jogos teatrais: “experiência viva do Teatro”  Quem? (personagens\análise de personalidades); Onde? (situação\circunstâncias dadas\cenário); O quê? (ação\fazer\fisicalizar); Foco (problema a ser solucionado\conflito dramático); Jogo Dramático: Faz-de-conta (ilusão) \ Subjetivo \ Brincadeira \ Jogo Simbólico \ Espontâneo \ INDIVIDUAL \ sem plateia. (LUCENA 2016, (observação \ síntese em estudos meus).).

E, deve-se evitar o “Como”. Pois, em trilha sistêmica aos traços paralelos do livro “Técnica da representação teatral” (ADLER, 2008), sua teoria nos adverte: “Mas você não sabe como fazer. O ‘como’ é espontâneo e inesperado. A ação nunca inclui o ‘como’.” (ADLER, 2008, p. 64 in LUCENA, 2012, p. 33-34).

FOTO: “Exercicio de Improvisação” – Orientação\Observação de José Eduardo Vendramini. Sala Nadir Sabóia- TJA- Curso Colégio de Direção Teatral- 2ª FASE: 1998. Alunos- Interpretes: Ana Cristina Viana e Lúcio Leonn. Acervo do ator lúcio leonn.
E sobre a breve visão de jogo(s)/teatrais, segundo Stanislavski/Brecht, evidenciamos os trabalhos relevantes de José Celso Martinez Corrêa e seu Teatro Oficina. E, Augusto Boal (prática, a partir do método Actor’s Studio nos idos dos anos 1960/Teatro do Oprimido, início década 1970), no Teatro de Arena de São Paulo (hoje Teatro de Arena Eugênio Kusnet). Os “[...] jogos teatrais são fortemente fundamentados nas técnicas de interpretação de Stanislavski e no teatro épico de Brecht. [...] [Ou, o] “[...] jogo teatral com a peça didática de Bertolt Brecht (KOUDELA, 1991, 1999, 2001), [...]” (KOUDELA in SPOLIN, 2008, p. 26; segundo LUCENA (2012  p. 20.).).

Seguindo o Manual do Ator (1988), de autoria do mestre Stanislavski (1863-1938), a partir do tema Improvisaçãocom suas próprias palavras, o mestre sinaliza:

Quando o ensino se volta para um objetivo prático e até mesmo interessante, é mais fácil convencer e influenciar os estudantes. (...) Ao treinar os atores, nosso ponto de partida é fazer com que aprendam através da atuação [improvisações]. (...) É impossível ficar anos ensinando numa sala de aula, e só no fim pedir a um estudante que represente. Neste ínterim, ele terá perdido todas as suas faculdades criadoras. (...) A criatividade tem de ser um processo contínuo; nossa única preocupação deve ser a escolha do material em que fundamentá-la. Em nosso tipo de atuação, costumamos usar amplamente as improvisações. (...) Tal tipo de criatividade quebra a monotonia das aulas e põe os estudantes em contato direto com a representação.

De início, é melhor trabalhar com temas que vocês possam assimilar com mais facilidade; temas que não estejam sobrecarregados de complexidades psicológicas; (...) mas até mesmo os exercícios mais primários devem ser levados ao ponto da maestria, da virtuosidade de execução. Não cabe a nós professores, dar instruções sobre a maneira de criar; devemos apenas levar os alunos pelo caminho certo ao mesmo tempo em que educamos o seu gosto, exigindo deles a observância das leis da natureza e a execução de seus exercícios mais simples de forma absolutamente artística, o que implica suprema autenticidade e perfeição técnica.

As improvisações que eles desenvolvem por si próprios são uma forma excelente de desenvolver a imaginação. (...) os atores que, quando estudantes, foram treinados em improvisações, acham fácil, mais tarde, usar sua fantasia criadora numa peça em que a mesma seja necessária.

Além do desenvolvimento da imaginação, as improvisações (...) têm outra vantagem: enquanto desenvolve uma delas, o ator, natural e imperceptivelmente, aprende as leis criadoras da natureza orgânica e os métodos da psicotécnica. – Collected Works, vol. III – Year Book of the Moscow Art Theatre, 1947. (STANISLAVSKI, 1988, p. 87-88, grifo dos autor).

Igualmente, menciono para estudos, o exemplar Léxico de Pedagogia do Teatro (2015). Nele, segundo ALMEIDA Jr., José Simões; KOUDELA, Ingrid Dormien (org.); verbete sobre Improvisação Teatral descreve: é um “Elemento central em diferentes modalidades de formação inicial e continuada do ator, a improvisação é um princípio de treinamento, contribuindo para instaurar a presença cênica de quem atua e consagrando a primazia do corpo na atuação.” (Maria Lúcia Pupo [MLP], p. 96). Acima de tudo, um trabalho de cunho relevante e atual pautando à Pedagogia do Teatro e seus temas, entre teoria e a prática, seus jogadores, os verbetes levantados em análise, uma obra realizada por pesquisadores de teatro renomados.

Por fim, obras de autoras como Olga Reverbel (1974; 1979; 1986; 1989; 1990) em suas atividades globais de expressão e, Joana Lopes (1977\1980), propagou o fortalecimento do teatro educação, através de sua ampla fundamentação teórica e da efetiva prática escolar. Anteriormente, houve o trabalho pioneiro no Brasil em arte e educação liderado por Augusto Rodrigues e sua Escolinha de Arte do Brasil (1948); bem como por Maria Clara Machado (O Teatro Tablado, 1951/RJ). Além do tema sanado via literatura estrangeira, como em Léon Chancerel (1936); Pierre Leenhardt (1974); Richard Courtney (1974); Peter Slade (1978); Gérardt Faure e Serge Lascar (1982); o jogo desenvolvido por Johan Huizinga (1872-1945): Homus ludes; enfim, Jean-Pierre Ryngaert, (1977;1985/2009), este último, com prefácio atual da pesquisadora teatral e professora Maria Lúcia de Souza Barros Pupo (2005), são alguns exemplos relevantes de autores e obras sobre jogos dramáticos e teatrais (pedagogia do teatro); segundo LUCENA, 2012 (notas de rodapé, p. 10-11.).

Problematizamos:
Quais as diferenças que podemos suscitar entre jogo teatral e jogo dramático?
Podemos sugerir em jogo dramático, como princípio fundante: a espontaneidade/subjetividade dos participantes em atuação única. Também juntos, atribuir a fruição da imaginação, atenção, percepção e criatividade em espaço (ambiente),; tempo (duração) e ação/reação (experienciação) com o objeto/cena/improvisação que é, a mola propulsora em caráter proposital, de situação indicada / vivificada pelos jogadores.
Já no jogo teatral todos são convidados a jogar e a conduzir (observar/mediar) uma experiência quando se faz necessária. Há também, a presença de certas atitudes e elementos evidenciados acima. Como também, sentidos aguçados à uma temática (situação dramática). Por tanto, por ser um jogo teatral: o conflito da cena/jogo passa ser instaurado; e, a obrigar os participantes em querer solucionar, atingir seus objetivos (de personagens imaginários) na busca do final feliz (ou, não), da cena improvisada. Os elementos constituintes da linguagem teatral são alavancados. O sujeito da cena precisa reagir para existir na cena e não mais, no seu mundo interior; de introspecção. (Propõem se acima, essas minhas provocações para orientar o nosso debate a partir de ideia original do Professor Dr.  César Lignelli (Artes Cênicas UnB): Informação retirada do meu arquivo pessoal/memórias de ator. Transcrição escrita, 2009.).

FONTES CONSULTADAS
ALMEIDA Jr., José Simões; KOUDELA, Ingrid Dormien (org.). “Léxico de Pedagogia do Teatro”. 1ª ed.- São Paulo: Perspectiva: SP Escola de Teatro, 2015, 208p.

CHACRA, Sandra. “Natureza e sentido da improvisação teatral”. São Paulo, SP: Perspectiva, 1983. (Debates). 118p.

LUCENA, Lúcio José de Azevêdo. “Os Processos de Formação Teatral em Fortaleza na década de 1990: Memórias de um ator”. Fortaleza: UECE/CEFET-CE. 2002; (Monografia de Especialização em Arte e Educação, 177f.).

_______. “Trajetória, Projetos e Teatro: Apontamentos Memoriais da Formação Artística e Acadêmica de um Professor/Ator”. Universidade de Brasília (UnB), Departamento de Artes CÊNICAS, IdA, Licenciatura em Teatro, 2012(62f.).

_______. Informação retirada do meu arquivo pessoal/memórias de ator. Transcrição escrita. Registro\anotações de exercícios escritos meus, a partir de aulas do professor (LIGNELLI, César; PACHECO, Sulian Vieira. Modulo 7: Laboratório de Teatro 1. Brasília: Athalaia - Gráfica e Editora, 2008). Curso Licenciatura em Teatro. Universidade de Brasilia (UnB)\Instituto de Arte (IdA), 2009.

SPOLIN, Viola. “Improvisação para o teatro” / Viola Spolin; [tradução e revisão Ingrid Koudela e Eduardo José de Almeida Amos]. - São Paulo: Perspectiva, 2006. - (Estudos; 62 / dirigida por J. Guinsburg.), 349p.

_______. “Jogos teatrais na sala de aula: o livro do professor”. Tradução de Ingrid Dormien Koudela. São Paulo: Perspectiva, 2007 (321p.).

STANISLAVSKI, Constantin. “Manual do ator”. São Paulo: Martins Fontes, 1988 (169p.).

Internet
Lúcio Leonn. Arquivo pessoal, adaptação em jogos e experiência do ator e arte-educador. NotasD'Ator/Educador© /Blog:

_______.JOGOS (DRAMÁTICOS) TEATRAIS! Disponível em: http://notasdator.blogspot.com.br/2016/01/jogos-dramaticos-teatrais.html Acesso abril de 2016.

_______. Memória do “Théâtre du Soleil”, oficina ministrada em Fortaleza/Ce - 1988 Disponível em: http://notasdator.blogspot.com.br/2008/11/memria-do-thtre-du-soleil-oficina.html Acesso abril de 2016.

O Teatro de Improvisação (Keith Johnstone) Disponível em: http://www.keithjohnstone.com Acesso abril de 2016.

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Vide: ACHATKI, Vera Cecilia (2010). O teatro-esporte de Keith Johnstone: o ator, a criação e o público. Disponível em file:///C:/Users/Professor/Downloads/1663030.pdf 

O TEATRO ANTROPOMÁGICO \ CENA FINAL: ELÍPSE (Joana Lopes) Disponível em http://artescenicasintegradas.blogspot.com.br/2008/09/o-teatro-antropomgico-joana-lopes.html


¨*Ver Registro “Oficina de Teatro de Improvisação” - 12 e 13 de abril de 2016 - ministrada pela diretora e atriz de teatro alemã Christiane Mudra.  Disponível em: https://notasdator.blogspot.com/2016/08/a-oficina-de-teatro-de-improvisacao-12.html