domingo, 5 de julho de 2009

“AMELIA”, via DvD, de Edouard Lock: a Multimídia personifica obra da Cia. La La La Human Steps, (fundada em 1980).

por Lúcio José de Azevêdo Lucena

"No cinema a imagem que vemos na tela também passou por um texto escrito, foi primeiramente ‘vista’ mentalmente pelo diretor, em seguida, reconstruída em sua corporeidade num set, para ser finalmente fixada em fotogramas de um filme. (...) Esse ‘ cinema mental’ funciona continuamente em nós – e sempre funcionou, mesmo antes da invenção do cinema – e não cessa nunca de projetar imagens de nossa ‘tela interior’ ”. (Maria Isabel Leite, (2004) apud Italo Calvino, p.104.).


Imagem acima, (reprodução), Amélia, de Edouard Lock, (Canadá), 2002.
Ao assistir o vídeodança AMELIA, de Edouard Lock [Cia. La La La Human Steps], via DVD, a gente se pergunta: a câmera está a serviço dos intérpretes na representação de cenas; de coreografia bastante expressiva ou, os intérpretes estão em maestria (destreza, habilidade e competência), a serviço de planos, de localização da câmera em espaço ambiente (cenário/set), ora, em captação e recepção de imagens, por suportes fixos, outrora, manual?
Mas, não é nada disso que, gostaria de aqui apontar! Há uma sincronia perfeita. A câmera, enquanto linguagem em vídeo comunica seus elementos constitutivos e de interfaces na Dança, (vídeo, como elemento de criação/vídeodança).
Outro olhar é de estratégias, adaptação de cenas e de execução entre ambas as linguagens. Revela uma criação de dança para câmera. – Transposição. Assim, como o recurso tecnológico e da informática na Arte: a multimídia personifica a obra.
Ao revisitar alguns pensamentos, reencontro o seguinte dizer:
“(...) a manipulação computacional da imagem ou processamento da imagem implica o poder do computador para produzir mudanças até mesmo em imagens que não foram originalmente criadas dentro dele. Assim, imagens previamente existentes, como fotos, reproduções fotográficas, filmes e vídeos, são digitalmente armazenados no computador para serem trabalhadas em uma multiplicidade de modos possíveis, desde a edição e intensificação da cor até a indetectável adição, rearranjo, substituição ou remoção de certos traços ou partes da figura”. (Por que as comunicações e as artes estão convergindo? Segundo Santaella, (2005). Capitulo: as afinidades & atritos entre fotografia e arte, p.28.). Da concepção visual do filme está a alicerçar entre o cenário fechado (in) e não há o campo externo (out). De antemão, uma perspectiva em diagonal e ao fundo. Um ângulo, como um contra-plongée, do teto, suspende o espaço físico e nosso olhar sob a dança.
Já o desenho coreográfico criado para câmera, logo de inicio – resulta num jogo de sombra, dum corpo em ato parado - para iniciação de créditos. Em seguida, o recurso slow motion. Anuncia-se, assim, a presença de gênero em dança, a dois, (feminino/masculino). Também, se percebe sempre adiante, um jogo de dança dual entre os gêneros e de tempo em dança, num espaço solo e coletivo.
O espectador exerce uma posição de observador visual, a partir da ilustração: corporal e iconográfica - imagens de perspectiva/vista do alto. O corpo em sombra e de posicionamento da câmera em solo (pés da intérprete).
Mais, uma vez:
O vídeo também produz uma sensação de intimidade e de extensão do gesto do artista, uma gestualidade até então associada à pintura, especialmente ao expressionismo abstrato na sua ênfase do ato físico de pintar. Com o vídeo, o gesto do artista podia ser registrado e seu corpo observado no próprio ato de criar. Esse foi um outro fator responsável pela entronização relativamente rápida do vídeo nos ambientes artísticos. Um fator adicional para isso encontrava-se ainda no uso do monitor como uma escultura”, (idem. Capitulo: o vídeo & as artes, p.54.).

Continuando, surge um travelling de cima para baixo em 3-D: enquadramento do corpo inteiro. Movimento de câmera em posição linha horizontal/dimensão ao fundo de cima (corpos) para o nível baixo e de acompanhar o salto, de reconstruir imagens em justaposição e de congelamento (imagem: i/móvel), em terceira dimensão, para anunciar um corte por meio da tela escura.
Percebe-se a visualização da mesma imagem de salto congelado, em composição, de diversas possibilidades de ângulos e de “ajustes”, de câmera/edição – imagens (re)construídas em corpos e em movimentos sustentados.
As cores utilizadas, bem como, a direção de arte, fazem uso (figurino) de cores neutras (branca, preto e cinza), até frias e quentes (no cenário). O claro e o escuro, o âmbar, pelo jogo de luz de cena.
(Imagem, idem).
O ritmo da edição/câmera segue em enquadramento, a partir do corpo da intérprete em paragem (reconstrução de imagens) e por vezes, cortes de imagens de forma brusca, até criar em outros planos, possibilidades de visão e, de movimentação coreográfica.
Logo, “O tratamento eletrônico de imagens em mesas de edição de vídeo, técnicas de computação gráfica, criações com imagens sintéticas não é mais resultado do olhar de uma câmera, como no caso da fotografia, cinema ou vídeo. As imagens são geradas por diversas técnicas e procedimentos através de botões e comandos de recursos eletrônicos. As imagens vivem uma poética da metamorfose em montagens sucessivas. Montagem é um deslocamento constante de idéias construídas por espaços e tempos arbitrários a partir das tecnologias e seus bancos de dados”. (In Tecnologias, produção artística e sensibilização dos sentidos. Subtopico: Arte e tecnologias eletrônicas: vídeo e computador nas criações, (Domingues, 1999), p. 49.).
Por fim, em momentos, a câmera localiza e comunica para nós, os intérpretes em primeiro plano da tela. Há justaposição de imagens (fundo e, o 1º plano). E, anuncia a entrada e percurso do bailarino ao seguir em movimentos no grupo/área grupal. Ela protagoniza e recria, como disse antes, um duelo de jogo videográfico (entre os intérpretes/nos movimentos coreográficos/no telespectador), percorre por meio de corte e retorno de edição, da computação gráfica ou planos bi e tridimensionais.
Outrora, a câmera pontua um silêncio de imagens e de luz cênica. Logo, se perpetua entre nossos olhos de telespectador a magia de imagens em efeitos especiais. Aguça e reinventa os sentidos perceptivos do corpo, na Dança.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
PILLAR, Analice Dutra (org.). A Educação do Olhar no Ensino das Artes. In Tecnologias, produção artística e sensibilização dos sentidos. (Subtopico: Arte e tecnologias eletrônicas: vídeo e computador nas criações. Apud Diana Domingues, p.49.) - Porto Alegre: Editora Mediação (Cadernos de Autoria), 1999.

SANTAELLA, LÚCIA. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? – (Coleção questões fundamentais da Comunicação; 5/coordenação Valdir José de Castro). São Paulo: Paulus, 2005.

FONTES CONSULTADAS
COSTA, Cristina. Questões de Arte: a natureza do belo, a percepção e do prazer estético. 5ª impressão, Editora Moderna (Coleção Polêmica). São Paulo: 1999.

DORFLES, Gillo. O Devir das artes / Gillos Dorfles; tradução Píer Luigi Cabra; revisão da tradução Eduardo Brandão. - (Coleção A). - São Paulo: Martins Fontes, 1992.

MEIO ELETRÔNICO
DVD / AMELIA, de Edouard Lock, (2002). Acesso em: janeiro 2009.
Atividade de Conclusão do Módulo: Dança e Vídeo - Eixo Temático: Interfaces, ministrado pelo professor Marcus Moraes, de 03 a 08 de novembro de 2008. Curso de Extensão Dança e Pensamento. Aluno Lúcio José de Azevêdo Lucena-Lúcio Leonn. Escola de Dança da Vila das Artes/Secultfor, parceria Universidade Federal do Ceará (UFC).

segunda-feira, 15 de junho de 2009

ATIVIDADE: FICHAMENTO DE CITAÇÃO /O Teatro e suas origens: uma visão multiculturalista

por Lúcio José de Azevêdo Lucena

Referência
Veloso, Jorge das Graça. O Teatro e suas origens: uma visão multiculturalista (Módulos-9 /História do Teatro 1, 21p). Curso a distância Licenciatura em Teatro do Programa Pró-Licenciatura – Fase II. Universidade de Brasília /UnB. Instituto de Arte/IdA.

1.Resumo
O Teatro e suas Origens: uma Visão Multiculturalista
- Aborda, intertransculturalmente, o Teatro para além do olhar greco/romano tão difundido entre nós ocidentais. Compreende-se em subtópico: a Tragédia e o Mito. A perpassar também, a expressividade da Comédia Antiga e a Nova e as Repercussões da Tragédia e da Comédia Gregas no Império Romano; o registro do Teatro das Comunhões na Idade Média Européia.

1.1.Palavras-chave
Análise Multiculturalista
Perspectiva Etnocentrista Descartada
Repercussões da Tragédia e do Mito
Repercussão da Comédia Antiga
Visão do Teatro das Comunhões na Idade Média Européia

1.2.Frase mais relevante
(...) Consolidou-se para os teóricos ocidentais a mitificação do surgimento da arte dramática nos já citados rituais de adoração a Dioniso, o que geralmente é estudado na maioria dos cursos sobre a linguagem (...).

1.3.Relevância
Primeiro, desmistifica nosso olhar sobre a origem dum teatro singular e paradoxal (Grécia) já exaltado, bastante difundido entre nós. E, segundo, o Texto, vai sinalizar vários povos e suas civilizações, a partir dum Teatro em diversidade e de inclusão de novos protagonistas na História Geral do Teatro. Então, a busca de perceber em nós, tais origens teatrais; sua cultura de massa e de características artísticas; suas confluências e de resistências, se fazem urgentes.

1.4.Comentário

Há em nós a necessidade de conhecer os elementos constituintes desse fazer teatral em cada região ou país; mesmo que distantes, geograficamente ou via pesquisas científicas. É perceber em nós, a busca de encaminhar coletas e de estudos em prol da visão multicultural de hoje. De convergir para uma verdade histórica e universal. Antes, “esquecida”; desrespeitada ou até mesmo hoje, (o foco), é abolir de nossa Velha História - a cicatrização de uma inverdade multissecular, a cerca da origem do fenômeno teatral.

2. Pontos destacado sem citações do Texto- O Teatro e suas Origens: uma Visão Multiculturalista,que gostaria de discutir com a turma e disponibilizei (Re: Fórum do Fichamento. Por Lúcio José de Azevêdo Lucena - segunda, 11 maio 2009, 23:37). Segue abaixo.

Citações
(...) Existem registros em que o homem “representa” para os deuses em eras muito anteriores aqueles tempos gregos (...).
(...) Fugindo então de uma compreensão etnocêntrica e analisando por uma perspectiva multiculturalista, o surgimento do teatro poderia ser descrito por outros caminhos (...).
(..) Os primeiros registros historiográficos sobre esta prática vão ser localizados no Egito (...).
(...) O próprio Aristóteles não deixa de levar em consideração que outros povos também reclamam para si o privilégio da criação do teatro. (...)
(...) Pela perspectiva do teatro como invenção, estava criada a primeira fala de um protagonista, isto é, ator (agonista) principal (proto) (...).
(...) A Análise é feita por uma perspectiva multiculturalista. (...) O que a diferencia das demais é o fato de que, com o passar do tempo, e com o poder de se impor a outras culturas pelas potências colonizadoras européias, essa versão foi canonizada como “a verdade” do surgimento do próprio teatro (...).
A TRAGÉDIA E O MITO(...) Se já compreendemos que o nascimento do teatro se deu por manifestações rituais cênicas em diversas partes do mundo,ele vai ser organizado como espetáculo artístico também a partir da tragédia e da comédia atenienses, entre os séculos 6 e 5 a.C (...).
(...) A tragédia é, então, a representação do castigo pelo cometimento de algum excesso por parte dos comuns dos mortais (...).
A COMÉDIA ANTIGA E A NOVA E AS REPERCUSSÕES DA TRAGÉDIA E DA COMÉDIA GREGAS NO IMPÉRIO ROMANO
(...) A Comédia Antiga era improvisada e vinha dos cantos fálicos (...).
(...) Comédia Antiga exigia uma veia poética de homens altamente dotados de fértil imaginação e alto discernimento poético, como afirma Gassner (1974) (...).
(...) Drama romano este que será, principalmente a partir dos trabalhos de Plauto e Terêncio, é a reencarnação da própria comédia ateniense, mesmo considerando-se que seu estilo não é grego, mas latino (...).
TEATRO DAS COMUNHÕES NA IDADE MÉDIA EUROPÉIA
(...) registros sobre as atividades teatrais são basicamente as companhias itinerantes de mimos e acrobatas (....).
(...) Assim se constrói o conjunto de autos, mistérios e moralidades de todo o período em que o teatro sustenta a pregação religiosa nas igrejas de uma Europa que consolida o cristianismo como principal fundamento religioso (...).
(...) Com a saída das igrejas, os atores passaram também a usar de figurinos de extraordinária riqueza, sempre renovados a cada ano. “Mais uma vez, como na Grécia, o drama deixou a igreja” (...).
Universidade de Brasília/UnB- Instituto de Arte-IdA.
Licenciatura em Teatro do Programa- Pró-licenciatura. UnB/UNIR/MEC/MÓDULO - História do Teatro 1
ATIVIDADE: FICHAMENTO DE CITAÇÃO/
O Teatro e suas origens: uma visão multiculturalista
ALUNO(A): Professor Lúcio José de Azevêdo Lucena-
-lúcio leonn.
TUTOR(A): Amanda Aguiar Ayres.
PROFESSOR: Graça Veloso.

terça-feira, 9 de junho de 2009

“Ah!”, é um espetáculo interjetivo da Companhia, que pelo nome, leva o Barulho.

[PONTO DE VISTA, POR *LÚCIO LEONN]

O mais recente espetáculo apresentado no projeto Quinta com Dança, em cartaz no Teatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, durante o mês de junho, traz a marca maior da amizade e de concepção entre os participantes da Cia. do Barulho.


Ah!”, é um espetáculo interjetivo da Companhia, que pelo nome, leva o Barulho. “A” de Aspásia e “H” de Heber. Vocaliza-se, em: “AH!” O primeiro: Estares, um solo de Heber Stalin e o segundo: Amphi (entorno de.), duo com Aspásia Mariana e Roberta Bernardo.

“Estares” (imagens, abaixo), se revela uma potência, que produz um efeito em silêncio e tempo de sutileza poética. E, o que poderíamos denotar logo como prólogo de cena? É um corpo em querer ficar “parado” mas ao mesmo tempo, perpassar entre nossos olhos de ouvintes, percursos internalizados por rapidez, nervuras e músculos. Há no centro do trabalho, espaços em ocupação e exploração de sentidos. Exploração de entradas e saídas de cenas ou, da própria vida/arte enquanto retermos ar nos pulmões. De ações de movimentos do intérprete/personagem em diálogo cênico com o expectador, pode suscitar em nós um tempo breve do querer Ser e do estar Sendo. Espaço atemporal de movimentos, templo da vida, do pulsar da arte.

O solo prossegue em diferentes situações: no plano e níveis da “restrição” de movimentos pelo intérprete, de não “poder sapatear” de verdade. Do espaço cênico/iluminação em foco e de cena aberta, a partir da procura do intérprete em fisicalizar um corpo que ocupa espaço sob à luz do refletor; do humor e imagem cinematográfica de Chaplin, conduzida em projeção. (Momentos eternizados em nós pela iconografia em obra apreciada). Ou, de movimentos incessantes realizados por Stalin, em busca de pertencer o mundo habitável e inabitável de diferentes lugares, dentro, ou fora.
"O solo prossegue em diferentes situações: no plano e níveis da “restrição” de movimentos pelo intérprete, de não “poder sapatear” de verdade".


Por outro lado, o figurino do intérprete, poderia ser mais bem pensado e executado no que diz respeito, sair do modelo padrão de vestimento masculino de certos espetáculos de dança, apresentados na cidade. Fica a cargo da pesquisa do coreógrafo, do intérprete ou do encenador teatral a concepção estética do figurino? Logo, de uns tempos para cá, sem aqui querer ser moralista, caracterizou-se entre os jovens intérpretes, bailarinos iniciantes: o culto ao ego, em querer mostrar o corpo em cena, e não o figurino reconhecido como parte atuante, de ideologia, na obra artística. Mas sim, esbanjando sensualidade pessoal e de insinuações de gênero sexual. Não é o caso de, Stalin. Falo, brevemente, de postura política e não, do corpo em cena. É um outro devir a favor do pensamento da formação profissional e da proposta cênica encaminhada ou, mesmo de poder estar em dança, pelo ofício e alma de artista. O querer ser e estar sendo com atitudes e com respeito, caminham juntos. E, o corpo, a dança e ser ético na vida e na arte, também.


Continuando, em “Amphi”, duo com Aspásia Mariana (acima) e Roberta Bernardo (imagem final), o espaço de moderação da dança segue a princípio, com indução na platéia (imagem, abaixo), a facilitar e interagir com um jogo dramático e a fé cênica a ser guiada; ação realizada por palavras de ordens projetadas na tela. Nos causa uma vibração e estranhamento ao mesmo tempo. É preciso se relacionar com as pessoas não somente ao seu lado. É, se dispor. Entra em cena um corpo sociável e de correlação, com: a cidade, as coisas, o dia/noite, os sons, as pessoas, em torno de si mesmo e do todo.

Por fim, exibido dois instantes de dança em único espetáculo, ambos sob direção de Aspásia Mariana; de antemão, permanece para o público, características distintas de interpretação e a perceber quando os corpos, tais ideias de movimentos e de cenas, ainda em espaços e de presenças dos intérpretes, configuram dois dançares. No primeiro, não se sapateia, mas prolifera-se atmosfera. Uma “Ode ao Sapateado”, assim, poderíamos descrever - (singularidade principal hoje, dos intérpretes da Cia. do Barulho, principalmente, apresentado e evidenciado no momento solo de, Heber Stalin). O segundo instante, se conota um frisson urbano de um corpo empírico e cicatrizado por suas raízes de pertencimento, ou sempre um corpo a procura de habitar, entorno de, espaços, tempos, palavras e verbos – às vezes, perigos em cidades grandes, que nos faz reagirmos e coagirmos com o corpo e o outro, ao léu.


Serviço: Quinta com Dança, em cartaz no Teatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura durante o mês de junho: “Ah!”, espetáculo da Companhia do Barulho. Com dois momentos. O primeiro: Estares, um solo de Heber Stalin e o segundo: Amphi, com Aspásia Mariana e Roberta Bernardo. Quintas. Dias 4,18 e 25 de junho. (Excepcionalmente, será apresentado, Sexta-feira, dia 25 de junho). Sempre às 20 horas.
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*Lúcio José de Azevêdo Lucena-Lúcio Leonn, é artista-educador com especialização em Arte e Educação. Artista premiado nas principais capitais brasileiras. Formado em Arte Dramática pela Universidade Federal do Ceará/UFC(1991-1994), Cursou Colégio de Direção Teatral(1ª turma), pelo Instituto Dragão do Mar(1996-1999). Teatro com Aderbal Freire-Filho, Paulo Autran, Ewerton de Castro, outros. Além de, Georges Bigot e Maurice Durozier do Théâtre du Soleil e, Ballet Clássico Acadêmico-Escola de Ballet Clássico Hugo Bianchi (1989-1999). Estudou Dança, com o coreógrafo Zednek Hampl, Gilano Andrade, Olga de Graaf, Linhares JR e Eugene Barnaart, Augusto Pereira da Rocha, Deborah Colker etc. Estuda atualmente, nível Licenciatura Teatro, na Universidade Nacional de Brasília-UnB/Instituto de Arte-IdA, desde 2008.1
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Atividade da primeira turma do Curso de Extensão “Dança e Pensamento”- Módulo Critica em Dança, ministrado por Rosa Primo- Secultfor/Vila das Artes- parceria com a Universidade Federal do Ceará-UFC.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

ATIVIDADE: Questões sobre o Tempo- Universidade de Brasília/UnB. Instituto de Arte/IdA.

por Lúcio José de Azevêdo Lucena

Na tarefa você terá que responder três questões considerando os textos da Semana 6 e o trecho em áudio da personagem Julieta, da peça Romeu e Julieta, de Shakespeare.

Questão A - O que Julieta diz neste trecho (Ato II/CENA V) poderia ser sintetizado da seguinte maneira: "Há três horas a ama foi dar um recado a Romeu e ainda não voltou". Por que Shakespeare opta que a personagem diga a mesma mensagem em um texto muito mais longo?
“Esperança e Medo”

(Imagem / reprodução: Romeu e Julieta" (Romeo and Juliet). LEONARD WHITING (Romeu) OLIVIA HUSSEY(Julieta), 1968– INGLATERRA/ITÁLIA. - Direção: FRANCO ZEFIRELLI. )Penso que, para dar ao público (quem assiste) e à personagem Julieta (que age–sente–pensa, em prol dum desejo ardente e dum objetivo e/ou, do desenrolar a/sua ação); há opção pelo autor, que a personagem diga a mesma mensagem em um texto muito mais longo, para poder estabelecer também, um tempo em redução de ambiente(espaço cênico) e de fruir o caráter e tempo psicológico e da ação futura da personagem, acredito.
Vejamos: “Julieta começa a divagar e desabafa o que é (o seu) Amor; revela características físicas de sua Ama, da cordialidade de ambas agora em distintas subordinações; o espaço/tempo geográfico é metafórico no dizer de Julieta; há verdades e comparação em elementos da Natureza pela poética textual e por ação dramática (fala) em dis/decurso”.
No momento, há um tempo suspenso pelo conflito psicológico ou de clima dado para cena/personagem. Este tempo, provém dum recado encaminhado e da ausência de informações, ainda não reveladas. Deixa-se afetar pelo problema do tempo, em ideias e de suposições abstratas, acerca da personagem Ama, de seu Recado e de Romeu. Ou mesmo de metáforas proferidas ao vento.

Logo, o Tempo do trecho, em estudo – dá, para nós, a compreensão do que seja o Amor; da juventude e do olhar sobre o ser velho: (“gente velha não chega ao porto - se fosse veloz e dotada de paixões e de sangue jovem”), ou percebe-se o tempo interno e conflito da personagem:(“prometeu-me que voltaria dento de meia-hora”) tudo via monólogo e, processa o entendimento à ação dramática e de atitudes, de: “espera, “pressa”, “angústia” ou mesmo de “agonia”, em querer vir e a saber da reação do tal amado Romeu. Sentimos a passagem de Tempo.

Segue o olhar da platéia via personagem: (será que Romeu recebeu o recado? qual foi a sua reação, ou se, realmente, houve? o que deve ter acontecido com a Ama?) - torna-se ESPAÇO “real” e há acréscimo de mais conflitos cênicos e, a justapor também, percepção de emoção em aguardo do/no tempo presente / agora passado atual e a perpassar o tempo presente/futuro (Piedade/esperança e medo). E, Julieta em diálogo, fala pelo autor a consubstanciar o valor humano - quando toda humanidade sofre o problema do tempo. E, a vida seria uma eterna agonia (?). Mas, no entanto, o maior dramaturgos de todos os tempos, William Shakespeare (1564- 1616), nos dar em diálogos/monólogo, a dimensão estética duma escrita por meio do Devir a Ser: o humano, pleno (de paixão, rancor, esperança, medo, piedade, alegria, humor etc).
De fato, onde, “cada um de nós pode ser uma cópia temporal e mortal do arquétipo do homem”. Então, confirma-se, Julieta acredita e sofre por Amor- Aí, registra-se Um tempo na peça que se mostra covarde e traiçoeiro. Por isso, um final de romance trágico (imagem, acima). Contudo, somos seres de essência iluminada e não apenas corpos que o Tempo, destrói.
Questão B - No teatro as noções de presente, passado e futuro se atravessam para configurar a experiência de tempo da platéia e dos elementos constituintes da cena. Ou seja, ao longo de um espetáculo é possível identificar ações anteriores e/ou posteriores a ação presente. Essa noção é explícita nos textos da semana e no monólogo da Julieta. Como essa relação se dá neste monólogo e no trecho da peça As Bagatelas, transcrito na semana passada?
No monólogo de Julieta, a ação posterior vem do recado encaminhado por Ela (ação anterior) e da falta de informações, ainda não reveladas (ação posterior, no presente- “promessa de retorno da Ama em meia-hora”.). Julieta deixa-se se afetar pelo problema do tempo, em ideias e de suposições abstratas suas, acerca da Ama, de seu Recado e do Romeu (ação posterior futura, mas no tempo presente). “As personagens não agem para imitar os caracteres, mas recebem seus caracteres por acréscimos e em razão de suas ações” (LIGNELLI apud PAVIS, in Rel-ação!, p.3). Assim, sentimos e assistimos a passagem do tempo e de suposição de ação posterior (que é o passado – ação anterior) no presente, ação posterior- o devir a ser, pela fala da personagem.

Segundo Plotino, o “Tempo é o presente atual; é o presente do passado: isto é, a memória. O tempo é o presente futuro/ o devir a ser por nossa esperança ou medo”. Da ação posterior, agora é passado atual e, a perpassar o tempo presente/futuro (“Agora o sol está na altura máxima de seu curso diurno.”)-ação posterior das (9 h até às 12 = 3 horas demoradas). Parafraseando, Santo Agostinho: “Sua alma arde, porque quer saber” – é o futuro, ação posterior. E, “o futuro viria a ser o movimento da alma rumo ao futuro” - O seu objetivo é, DE VIVER AO LADO DE SEU GRANDE AMOR.
Imagem/ reprodução: "Bagatelas" (título em ingles: Trifles - de 1916), montagem realizada pelo grupo de teatro da Universidade de Walla Walla, Washington, (2002)
“Em "As Bagatelas”, de *Susan Glaspell, (1876-1948). [Imagem acima], transcrito na semana passada, a ação dramática presente se passa na cozinha de uma casa da fazenda de John Wright. A porta do alpendre abre e o Delegado entra acompanhado. Todos vão imediatamente em direção ao fogão. São seguidos por duas mulheres que entram devagar, e ficam de pé, juntas perto da porta. O Delegado a dar uma olhada em seu redor depois de dialogar, senta -se. O diálogo é interrompido pelo Procurador. Hale pára, seu rosto se contrai. O Procurador a indagar Hale. E, Hale a apontar para a pequena cadeira que está no canto. O Procurador a anotar. Há justaposições de ações anteriores (passado-flashback) no presente a partir da investigação e/ou interrogatório ou de diálogos e da contação / narração (em detalhes) da história investigada -, desenrola a ação posterior, também no presente.

Conclusão, no monólogo de Julieta e “As Bagatelas”, a relação do tempo se dar de maneira em espiral, de ações anteriores (passado breve) para posteriores (presente/futuro). Sucedam ações anteriores no / do presente para o passado e vice-versa. Por uma narrativa também no passado e presente, seguem descrições sobre o estado emocional ou de ações físicas / invisíveis NO PRESENTE.
(*)Uma das fundadoras do Playwright's Theatre, também conhecido como Provincetown Players. Os Provincetown Players produziram e encenaram novos textos de dramaturgos como Eugene O'Neil e da própria Glaspell.
Questão D - A partir de uma perspectiva histórica, explicite as diferenças de abordagem da noção de tempo pelos autores citados no texto Ao mesmo tempo.
Síntese, texto: "Tempo", de Jorge Luis Borges [comentários entre colchetes]
“Na mente podemos prescindir do espaço e não o tempo”. > [Ainda, continua-se com o tal pensar]. “O tempo é sucessão”. > [O homem se preocupa em demasia com o futuro]. “O tempo é um problema essencial”.> [É hábito usufruir a Vida porque sabemos que Ela é breve].Segundo Henri Bérgson, “o tempo era um problema capital da metafísica”.> [Ainda, se pergunta: por que é que se morre? O que é uma coisa?]. “O tempo é fugidio - passa... Mas não, eternamente.>[Somos seres inacabados].
“A eternidade é todos os nossos tempos: passados, presentes e futuros”. > [Queremos deixar algo nosso para ser lembrado como legado.]. Segundo Plotino e o problema do tempo é. “Tempo é o presente atual; “é o presente do passado: a memória”. “O tempo é o presente futuro/devir a ser por nossa esperança ou medo”.> [No presente, sempre nos exigimos]. >[A memória pode ser perigosa e construtiva.].> [E, o que vem a ser, é um misto de esperança e medo do desconhecido.].
Já segundo Platão, “o tempo é a imagem móvel da eternidade”.> [Podemos vir nossa imagem pessoal/profissional/organizacional pelo desenrolar do tempo e, a nos indagar e refletir, sempre.] Mas William Blake, revela: “o tempo é a dádiva da eternidade”. “O tempo viria a ser um dom da eternidade”.> [Concordo, podemos em vida, sermos eternos, enquanto coexistimos em atitudes e de bens materiais e imateriais.].
“Que o tempo ocorre do futuro para o presente”; cita, James Bradley.>[A vida pelo tempo é, um eterno retorno...]. "O tempo procede da eternidade, é o que indica segundo a solução de Platão.> [Volta-se à origem das espécies ou coisas.].
A UNIDADE DO TEMPO - em série. Em fatos. >[A vida é uma colcha de retalhos pelo tempo e pela ação humana.]. "Cada um de nós pode ser uma cópia temporal e mortal do arquétipo do homem.> [Somos seres iguais ou semelhantes. E, a única diferença é o Tempo e a diversidade.]. “O tempo é a imagem da eternidade”.>[Podemos perceber a nossa imagem pessoal/profissional/organizacional pelo desenrolar do tempo e, nos indagar ou refletir, sempre. O que mudou?]. “O tempo está em contínuo movimento”.>[É como disse o cantor e compositor brasileiro, Cazuza (1958-1990) e Arnaldo Brandão: “Eu vejo o futuro repetir o passado. O tempo não pára...”].
“O presente – passado e futuro - o mais difícil, o mais inascível, seja o presente! E, não é o dado imediato de nossa consciência. O presente não se detém. Ele tem sempre uma partícula do passado, uma partícula do futuro. E, o futuro viria a ser o movimento da alma rumo ao futuro.>[Não se prever o nosso futuro a partir da visão presente, no sentido concreto dos fatos como um ”estalo“. Por isso, convivemos com a esperança e medo de aceitar.].
“O problema do tempo nos afeta mais que os outros problemas metafísicos. Porque os outros são abstratos. O do tempo é o nosso problema. A vida é uma eterna agonia. >[Somos afetados pelo Tempo por meio de nossos sentidos, que provém de nosso Corpo, que age, come, dorme, deseja, vive... Morre.].
Universidade de Brasília/UnB- Instituto de Arte-IdA.
Licenciatura em Teatro do Programa - Pró-licenciatura. UnB/UNIR/MEC/MÓDULO - Laboratório de Teatro 1
ATIVIDADE: Questões sobre o Tempo:- (A, B e D) [Questão C- aqui Optativa]
ALUNO(A): Professor Lúcio José de Azevêdo Lucena TURMA
TUTOR(A): Amanda Aguiar Ayres.
PROFESSOR: César Lignelli.

sexta-feira, 27 de março de 2009

serviços: ONDE ENCONTRAR NA INTERNET:

Sites de histórias em quadrinhos, gibitecas e cartunistas. Sites de fotógrafos nacionais e internacionais, museus etc.
Arslan, Luciana Mourão / Rosa Iaverberg.. Ensino de Arte (imagem capa\Divulgação). São Paulo: Thomson Learning, 2006. - Coleção Ideias em Ação / coordenação Anna Maria Pessoa de Carvalho. 122p.

HISTÓRIAS EM QUADRINHOS
Sites de histórias em quadrinhos, gibitecas e cartunistas.


http://www.historiaemquadrinhos.hpg.ig.com.br/index.htm
http://www.gibiteca.com.br/
http://www.centrocultural.sp.gov.br/gibiteca/index.html
http://www.laerte.com.br/
http://www.2.uol.com.br/angeli
http://www2.uol.com.br/glauco
http://www.thestoryboardartist.com/
http://www.cbpf.br/~eduhq

FOTOGRAFIAS
Sites de fotógrafos nacionais e internacionais, galerias e museus de fotografia.


http://www.cotianet.com.br/photo
http://www.henricartierbresson.org/
http://www.pierreverger.org/br/index.htm
http://www.anseladams.com/
http://www.masters-of-photography.com/
http://www.photographymuseum.com/
http://www.cotianet.com.br/photo/great/indice.htm
http://www.bsimple.com/
http://www.confoto.art.br/agexp.htm
http://www.icp.org/
http://www.galoppido.com.br/
http://www.terra.com.br/sebastiaosalgado
http://museufotografiaelvas.org/

MUSEUS INTERNACIONAIS
Nos sites a seguir pode-se acessar os acervos dos principais museus internacionais, conhecer seu histórico e obter informações sobre eventos e exposições.


http://www/ museothyssen.org
http://museomorandi.it/
http://vangoghmuseum.nl/
http://www.rembrandthuis.nl/
http://www.rijksmuseum.nl/
http://www.louvre.fr/
http:www.moma.org
http://www.guggenheim.org/
http://www.nationalgallery.org/
http://www.tate.org.uk/
http://www/thebritishmuseum.ac.uk
http://worldofescher.com/
http://graffit.org/
http://www.musee-orsay.fr/
http://www.kyohaku.go.jp/
http://www.christusrex.org/
http://www.bcn.fjmiro.es/

ARTISTAS BRASILEIROS
Nestes sites é possível conhecer um pouco mais da vida e das obras de artistas brasileiros.

http://www.casadeportinari.com.br/
htttp://www. portinari.org.br
http://www2.uol.com.br/reginasilveira
http://www.eliseuvisconti.com.br/
http://www.mabe.com.br/
http://www.victor.brecheret.nom.br/
http://www.dicavalcanti.com.br/
http://www.art-bonobo.com/claudiotozzi/tozzi.html
http://www2.uol.com/franciscorebolo
http://www.carlosscliar.com.br/
http://www.iberecamargo.org.br/

ARTISTAS MULHERES
Nesta seção é possível obter informações sobre a vida de artistas mulheres e visualizar obras produzidas por elas.
http://www.nmwa.org/
http://www.barbarakruger.com/
http://www.orlan.net
http://www.saatchi-gallery.co.uk/artists/paula-rego.htm
http://www2.uol.com.br/reginasilveira
http://www.fridakahlo.com/
http://www.fridakahlo.com/
http://www.tarsiladoamaral.com.br/
http://www.anitamalfatti.com.br/
http://www.institutotomieohtake.org.br/
http://www.canalcontemporaneo.art.br/edithderdyk
http://www.evahesse.com.php/

ARTE INDÍGENA
Nos sites relacionados abaixo pode-se conhecer um pouco mais da história e da arte dos povos indígenas.


http://www.cimi.org.br/
http://www.cir.org.br/
http://funai.gov.br/
http://www.museudoindio.org.br/
http://www.historiadaarte.com.br/arteindigena.html
http://www.arteindigena.com.br/
http://www.socioambiental.org/pib/index.html
http://www.amoakonaya.com.br/
http://www.arteducação.pro.br/historia/prebrasil.htm
http://www.desvendar.com/especiais/indio
http://www.marajoara.com/

MUSEUS E ARTISTAS DA AMERICA LATINA
Os sites a seguir são de alguns museus e artistas da América Latina, entre os quais alguns de pré-colombiana.

Chilehttp://www.mac.unchile.cl/
http://www.precolombino.cl/

Honduras

http://www.marrder.com/hw/art
http://www.honduras.com/museum/museo.html

Venezuela
http://www.macci.org/
http://www.wtfe.com/gan

México

http:www.diegorivera.com/index.html
http:www.museotamayo

Colômbia
http://www.colarte.com/colarte

Uruguai
http://www.torresgarcia.org.uy/

Argentinahttp://www.malba.org.ar/

Costa Rica
http://www.madc.ac.cr/

MUSEUS NACIONAIS
Nos sites a seguir encontram-se o histórico dos principais museus brasileiros, informações sobre eventos e exposições, assim como acesso aos seus acervos.

-->
Rio Grande do Sul
http://www.margs.org.br
Santa Catarina
http://www.masc.org.br
FESTAS POPULARES
Nesta seção etão relacionado os sites das principais festas regionais do Brasil, com informações sobre o histórico de cada uma delas, datas e locais em que acontecem.

ARTE TUMULAR
Nesta seção há informação e imagens sobre arte tumular, o significado de alguns símbolos encontrados em túmulos, bem como agendamento de visitas monitoradas às obras dos cemitérios.

em re/construção.....

Fonte: Leonn, Lúcio (2009), segundo Arslan, Luciana Mourão / Rosa Iaverberg.. Ensino de Arte (imagem capa, acima). São Paulo: Thomson Learning, 2006. - Coleção Ideias em Ação / coordenação Anna Maria Pessoa de Carvalho.122p.





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Utilidade pública - 29 Sites Úteis
***************************************************************************************
01. Quando for comprar qualquer coisa não deixe de consultar o site Gastar Pouco. http://www.gastarpouco.com/

02. Serviço dos cartórios de todo o Brasil, que permite solicitar documentos via internet: http://www.cartorio24horas.com.br/index.php

03 . Site de procura e reserva de hotéis em todo o Brasil,por cidade, por faixa de preços, reservas etc.: http://www.hotelinsite.com.br/
04. Site que permite encontrar o transporte terrestre entre duas cidades, a transportadora, preços e horários: https://appweb.antt.gov.br/transp/secao_duas_localidades.asp

05 . Encontre a Legislação Federal e Estadual por assunto ou por número, além de súmulas dos STF, STJ e TST: http://www.soleis.adv.br/

06. Tenha a telinha do aeroporto de sua cidade em sua casa,chegadas e partidas: http://www.infraero.gov.br/pls/sivnet/voo_top3v.inip_cd_aeroporto_ini=
07. Encontre a melhor operadora para utilizar em suas chamadas telefônicas: http://sistemas.anatel.gov.br/sipt/Atualizacao/Importanteaspp

08 . Encontre a melhor rota entre dois locais em uma mesma cidade ou entre duas cidades, sua distância, além de localizar a rua de sua cidade: http://www.mapafacil.com.br/

09. Encontre o mapa da rua das cidades, além de localizar cidades: http://mapas.terra.com.br/Callejero/home.asp

10. Confira as condições das estradas do Brasil, além da distância entre as cidades: http://www.dnit.gov.br/

11. Caso tenha seu veiculo furtado, antes mesmo de registrar ocorrência na polícia, informe neste site o furto. O comunicado às viaturas da DPRF é imediato: www..dprf.gov.br/ver.cfmlink==form_alerta

12. Tenha o catálogo telefônico do Brasil inteiro em sua casa. Procure o telefone daquele amigo que estudou contigo no colégio: http://www.102web.com.br/

13. Confira os melhores cruzeiros,datas, duração,preços, roteiros, etc.: www.bestpricecruises.com/default.asp

14. Vacina anticâncer (pele e rins). OBS: ESTA VACINA DEVE SER SOLICITADA PELO MÉDICO ONCOLOGISTA: www.vacinacontraocancer.com.br/hybricell/home.html

15. Indexador de imagens do Google - captura tudo que é foto e filme de dentro de seu computador e os agrupa, como você desejar: http://www.picasa.com/

16. Semelhante ao Internet Explorer , porem muito mais rápido e eficiente, e lhe permite adicionar os botões que desejar, ou seja, manipulado como você o desejar: http://www.mozilla.org.br/firefox

7. Site de procura, semelhante ao GOOGLE: http://www.gurunet.com/

18. Site que lhe dá as horas em qualquer lugar do mundo: www.timeticker.com/main.htm

19. Site que lhe permite fazer pesquisas dentro de livros: http://www.a9.com/

20. Site que lhe diz tudo do Brasil desde o descobrimento por Cabral: http://www.historiadobrasil.com.br/

21 . Site que o ajuda a conjugar verbos em 102 Idiomas: http://www.verbix.com/

23. Site para envio de e-mails pesados, acima de 50Mb: http://www.dropload.com/

24. Site para envio de e-mails pesados, sem limite de capacidade: http://www.sendthisfile.com/

25. Site que calcula qualquer correção desde 1940 até hoje, informando todos os índices disponíveis no mercado financeiro.. Grátis para Pessoa Física: http://www.debit.com.br/

26. Site que lhe permite falar e ver pela internet com outros computadores,ou LHE PERMITE FALAR DE SEU COMPUTADOR COM TELEFONES FIXOS E CELULARES EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO GRÁTIS - De computador para computador, voz + imagem. De computador para telefone fixo ou celular: http://www.skype.com/

27. Site que lhe permite ler jornais e revistas de todo o mundo:
28. Site de procura de pessoas e empresas nos EUA. Só para achar a pessoa ou a empresa com endereço e telefone-GRATIS. Se quiser levantamento completo de tudo o que a pessoa tem como patrimônio, tudo que teve de problema judicial e financeiro, e outras coisas mais, ai pode custar até US$80,00 com valores intermediários: http://www.ussearch.com/consumer/index.jsp

29. Site de câmaras virtuais, funcionando 24h por dia ao redor do mundo: http://www.earthcam.com/


quarta-feira, 25 de março de 2009

Atividade de conclusão-”módulo “Dança e Ensino-ministrado pela professora Isabel Marques.

por Lúcio José de Azevêdo Lucena

(Arte-Ensino-Sociedade)
Imagem acima, por Alex Hermes. Na Vila Artes. Módulo “Dança e Ensino"- ministrado, pela Profª Isabel Marques.
Atividade Didática
1) Você aprendeu alguma coisa sobre Dança? O quê?
-SIM. DANÇA, é conhecimento e, como tal, exige estudo acurado e especifico; necessita dum campo teórico e prático (do saber-fazer-ensinar/dialogar e encenar com muitas platéias). Outro ponto de vista, se refere ao professor que, em sua trajetória de vida adquire a docência artística ou do artista quando vai ao encontro investigativo do saber ser professor de arte/dança. Ambos se complementam (professor/artista). E quando se têm, interiormente, o gostar de ensinar ou do fazer dança? Suas ações se confluem para um fazer/ensinar Arte com responsabilidade/valores/atitudes, aliando sempre prática-reflexiva; do campo da pesquisa teórica/cênica. Do respeito pelo intérprete/espectador/intelocutor em diversas linguagens do saber/apreciar (se concretiza). De uma educação estética contínua e humana, em diálogo com o hoje.
Imagem, por Lúcio Leonn. Idem.
2) Você aprendeu alguma coisa sobre si mesmo? O quê?
-SIM, aprendi. A rever meus projetos pessoais, como professor de Arte e artista. No que diz respeito ao primeiro, significa reavaliar meu currículo em arte (o conhecer), do conteúdo perpassado em sala de aula, (6ª a 9ª série); de práticas educativas (fazer/expressar), fez-me refletir sobre o espaço de arte em ambiente físico escolar nas escolas públicas municipais de Fortaleza. Ele precisa ser modificado para se buscar uma sala de convivência em arte e por linguagens. Já quanto ao ser artista, alentou-me a realizar trabalhos artísticos com mais rigor e ousadia (dança ou teatro); projetos que estão engavetados, porque o ensinar tem sido por hora, maior que o meu fazer arte - com consistência, “virtuosismo”.

Imagem:Idem.

3) Você aprendeu alguma coisa sobre o mundo? O quê?

-SIM, aprendi. E, pergunto/reflito: em que medidas educativas e de gestão, o projeto institucional em arte (das escolas públicas municipais) se coadunam ou divergem de meus projetos pessoais (de artista) e profissionais (como professor de Arte) para reorganizar e desenvolver a vida escolar (ensino/aprendizagem em Arte)?

Para concluir, é preciso ouvir tais professores em grupo de estudos; nos encontros pedagógicos de professores de Arte. Retomar ao mediador/co-responsável por tais encontros. Fortalecer os profissionais em arte-educação. Sua Arte e seu Ensino/Aprendizagem.

Prefeitura Municipal de Fortaleza-Secultfor.Parceria Universidade Federal do Ceará/UFC.Escola de Dança - Vila das Artes.Curso de Extensão Dança e Pensamento. Atividade de conclusão-módulo “Dança e Ensino”, realizado de 22 a 27 de setembro de 2008 -, ministrado pela professora Isabel Marques. Aluno: Professor Lúcio José de Azevêdo - Lúcio Leonn. Fortaleza-Ce, 30 de setembro de 2008.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Conto Infantil: Ângelo, Bia e o Senhor dos Céus...

Era uma vez.... Um menino muito legal de nome Ângelo. Ele estava a sentar e a ler um livro de histórias infantis, à beira dum rio. Um rio bonito e comprido. Hoje, bem poluído...

Um fedor! Mas Ângelo, não entendia o por quê, (daquilo).

Certo dia, de tudo fez... Para despoluir o rio. E, querer voltar a ler. De tão grande ficou sua preocupação.
***
Imagem real, de Ângelo & Bia- a Beatriz [IRMÃOS ]

Uma menina chamada Beatriz - a Bia - entrou na Luta. E, era também legal.

- Bia, pensou: vou conversar com o Senhor dos Céus!!!

E assim, o Senhor dos Céus mandou um Raio de Luz, que não fez mal nenhum!

Então, o rio de águas fétidas voltou a sorrir... Emanar luzes de todos as cores aos quatro cantos da cidade. E, nunca mais Ninguém quis sujar os rios; as matas, nem as ruas...

E, o quintal de casa, da vizinha? Não, mais.

À Leitura, também se fez como um encanto. Tamanha ficou a surpresa. Uma fome de leitura em todos na comunidade!

Todo o Povo da cidade estava a sorrir.

Tinha também a Bondade, de não querer mais sujar... (Luz de cor pura).


Atitude de preservar nosso PLANETA TERRA... GRANDE era.

Uma bondade penosa, de todo-0-santo-dia habitar e adormecer o Coração da gente.

Ao atender um pedido do Senhor dos Céus, Ângelo e Bia tornaram-se príncipe / princesa – guardiões da Natureza.

Depois, rei Fauno e rainha Flora.

Nomearam em cada casa, um Conselheiro de Leitura. Outros, para Conselheiros da Natureza.

Mais tarde, diversos conselheiros por número de habitantes.

E, milhões de livros em diversos assuntos eram lidos e trocados entre eles.

De lá, da sua antiga cidade natal: AZERUTAN, (natureza, ao contrário), Ângelo e Bia passaram a zelar o MUNDO.

Já, o Senhor dos Céus...

Descansou por longas datas e séculos. Até que não mais... Cuidou da gente.

Bia e seu primo,Lúcio Leonn

terça-feira, 17 de março de 2009

“Excelência no Ensino da Arte” – Ensino Fundamental e Médio

Professor de Arte/parceiro:
Lúcio José de Azevêdo Lucena-Lúcio Leonn
TEXTO SENTIDO 1 – Fortaleza, 09 de novembro de 2002.

Ao ler o mencionado título deste TEXTO, (Excelência no Ensino da Arte, é de, Smith 1997, pp. 97-110) em encontros pedagógicos nossos, percebo claramente que, nos últimos tempos: “qualidade, tem sido bastante discutida como procedimentos e, de metas entre educadores”.

Assim, como a postura do professor de Arte, sua metodologia de ensino ou processo ensino-aprendizagem, as terminologias: Arte-Educação/arte-educador, mediante o novo sistema educacional; tal QUALIDADE refere-se ao seguinte aspecto:
“A Arte merece estudo como assunto particular, como um assunto que tem finalidade, conceitos e habilidades específicas”. (Ibidem, p.98).

Portanto, funde-se na Educação e reflete no seu povo e em comunidade escolar. Tanto que, após muitos debates e de manifestação de educadores, a atual legislação educacional, (Lei nº. 9.394/96), reconhece a importância das Artes na formação e desenvolvimento de Crianças e Jovens, incluindo-á como componente curricular OBRIGATÓRIO da educação básica. (Compreende-se educação básica até a 3ª. Série do ensino médio. Mas a disciplina de Arte, é lecionada como básica, somente na 1ª. Série, do ensino médio).

No entanto, à realidade do Ensino de Arte no atual Ensino Médio, em Escola Pública, na minha opinião, tende-se a referir somente, em “algumas” revisões do conteúdo programático; na história da Arte (artes plásticas). Isto é, teoricamente, sem o mínimo (de uso) de recursos materiais possíveis, no que diz respeito aos elementos que compõem cada linguagem artística e da prática de técnicas; do fazer (produção em arte). E, quanto ao nível ensino médio, em escolas particulares de nossa cidade?
A Arte encontra-se reduzida, meramente na disciplina de História ou de Literatura. Outrora, em projetos extracurriculares. Pois o vestibular é mais empresarial. desde a 1ª. Série do ensino médio, ou aos cursinhos escolares. Mas só quero elucidá-los aqui.

Todavia, a meta geral do ensino da Arte é o desenvolvimento da disposição de apreciar obras de Arte, onde esta “qualidade” implica a extrema capacidade que tem os trabalhos de Arte de intensificar e ampliar o âmbito do conhecimento e experiências humanas e as qualidades peculiares de trabalhos artísticos dos quais resulta tal aptidão.(ibidem).

Então, fez-me refletir acerca do valor da obra artística, sem “aquele óbvio olhar estético”, e tal pensamento convergiu para o seguinte:
a obra de Arte é uma totalidade fechada que figura, de modo concentrado, o mundo dos homens num contexto particular. Por isso, uma obra nunca é superada ou validada por outras. É única. (Frederico apud Luckács, 1997, p.62).
Portanto, ela cumpre uma HISTORICIDADE, mediante seu valor simbólico. Assim, torna-se um patrimônio humanitário.
Entretanto, referente à Segunda Proposta (do texto supracitado) para a excelência no ensino da arte, quanto á sua contextualização, remete-nos aos pensamentos teóricos do Sociólogo, suíço especialista em práticas pedagógicas, Phillippe Perrenoud - em utilizá-la, para desenvolver competências e habilidades no educando para as novas exigências do mundo.
Já Outra, um currículo de aprendizagem seqüencial, comprometido com tal exigência como fator de construção estética sistemática de agir e refletir em relação às experiências do educando em Arte; coincidentemente, ou não, a Prefeitura Municipal de Fortaleza, tem reunido seus professores de Arte em Seminários e Cursos, cuja meta é, discutir e refletir um ensino de qualidade de Arte, e fomentar um Plano Anual de Metodologia Pedagógica e tornar oficial Um presente documento, respaldado pela já supracitada Lei, e PCNs/Arte, nas características de desenvolvimento do aluno 5ª. à 8ª. Série (hoje, 6ª a 9ª série), onde propõe a seguinte organização para realização do trabalho pedagógico (aprendizagem seqüencial (ano 2002)) em Arte:

·
5ª. Série – Artes Visuais
· 6ª. Série – Música
· 7ª. Série – Dança
· 8ª. Série – Teatro

No mais, o Núcleo de Assistência à Educação, através da Equipe de Arte(GT) (coordenação e professores), adotará para Rede de Escolas Municipais de Fortaleza, em 2002, os objetivos gerais de cada linguagem (dos PCN/Arte) para que seja em cada Unidade Escolar, trabalhadas as especificidades, adaptadas à realidade, aos interesses e às possibilidades de seus alunos.

Porém, das confluências e de divergências, registro aqui o seguinte: da polivalência do professor de Arte – (em um conhecimento específico qualificado por linguagem); carga-horária reduzida ((1(uma) aula por semana e/ou geminada com a disciplina de Educação Religiosa- quinzenalmente)); nível salarial dos educadores em expansão; o quadro técnico de professores concursados habilitados em Arte, é minoritário; o currículo seriado e da aprendizagem de seus alunos, a ser “sacrificada” em atingir tal sistematização por seriação anual; (espaço este, onde uma minoria de educadores não discute sequer como avaliar seus alunos ou de buscar adquirir em rede, formação específica ou contínua na área de arte).
Outro entrave, a perceber, é o encaminhamento de professores de áreas afins, sem a devida formação específica de arte (linguagem), a ser lotado nas escolas por parte das secretarias executivas regionais, para fechar, anualmente, o quadro de turmas de arte. Logo, há carência de arte-educadores como apontado aqui; além é claro, de ofertar a disciplina de Arte, como complemento de carga-horária ociosa aos professores da disciplina de Português, de Matemática, etc.

(Há na cidade de Fortaleza, Ceará, a realidade de 06 (seis) secretarias executivas regionais, seus professores e demais segmentos.).

No entanto retornando à sugestão de buscar uma concepção do tipo humanista para o ensino de Arte em nível 2º. Grau (Ensino Médio), na preparação de seus alunos ou professores e aprendizagem de qualidades em artes para tais, aponto Martins, (2001) , no que discute o consumo da obra de Arte. Portanto ela diz o seguinte:
“É um estágio da comunicação, isto é, um ato de decifração , de codificação, que pressupõe prática ou exercício explicito de cifras ou códigos. Um trabalho de Arte possui sentido e interesse somente para aqueles que possuem a competência cultural, isto é, o código no qual a obra está cifrada. Os esquemas de percepção implícitos, que constituem a cultura pictórica ou musical, são condições para o reconhecimento das características estilísticas de um período, uma escola ou um autor e, mais genericamente para familiaridade com a lógica interna dos trabalhos que a fruição estética pressupõe. Um apreciador que não domina o código especifico sente-se perdido, por exemplo, num caos de sons, e ritmos, cores e linhas, sem contextos ou razão”, (p.43).

Para isso, a “Excelência” no ensino da Arte, deva ser compromisso social em todo e qualquer segmento profissional da educação - onde possa fruir como instrumento de resgate, sopro de vida. Digo como forma de (re)construção cidadã em sociedade estética.

Bibliografia Consultada· ANAIS – As APAEs e o Novo Milênio: Passaporte para Cidadania – XX Congresso Nacional das APAEs: I Fórum Nacional de Autodefensores: Arte Como Forma de Comunicação, Martins, Alice Fátima, Fortaleza, pp.41-43, 10 A 13/julho/2001.
· BARBOSA, Ana Mae. (org), (1997). Arte- Educação : leitura no subsolo. Smith Ralph. Excelência no Ensino da Arte; Campinas, Sp: Papirus Editora.
· Brasil. Secretaria de Educação Fundamental, Parâmetros curriculares Nacionais: Arte, Brasília: MEC/SEF 1, P.19 – 1998.FREDERICO, Celso, (1997) – Luckács: um clássico do século XX, São Paulo: Moderna. 112p.(Coleção Logos).
Prefeitura Municipal de Fortaleza-PMF
Secretaria de Desenvolvimento Social e da Educação-SMDSSecretaria Executiva Regional / Ser V - Gestão 2002
ENCONTRO PEDAGÓGICO / PROFESSORES/AS DE ARTE - 5ª A 8ª SÉRIE [hoje 6ª a 9ª série]

Autoria Professor de Arte/parceiro:
TEXTO SENTIDO 1 – Fortaleza, 09 de novembro de 2002.
Lúcio José de Azevedo Lucena-Lúcio Leonn

sexta-feira, 13 de março de 2009

Questões de Estratégias de ensino-aprendizagem no Ensino de Teatro Virtual ou de modo Presencial: minhas futuras apropriações

Se não amo o mundo, se não amo a vida, se não amo os homens, não me é possível o diálogo”. Segundo, cita Sheila Campello (2008, p.10), segundo Paulo Freire, (1987, p. 80).

Assumir compromisso de tempo, caminhar pelo processo investigativo via formação docente no ensino de teatro virtual e mesmo que presencial, tem sido um desafio. Logo, para nos tornar completo como profissionais da educação, penso que, o campo da educação tecnológica tende a revelar um professor antenado e alfabetizado, pelas novas tecnologias da informação e da comunicação digital.

Por outro lado, a motivação em aprender pelo ‘novo’ sistema, tem sido a mola propulsora e uma grande questão. Como adquirir as melhores estratégias em tempo de ensino e de aprendizagem à distância para o nosso campo real de atuação, a sala de aula?


Imagem/acima (pessoal), profª Jucélia Ferreira Rocha e Lúcio Leonn-aula inaugural-Universidade Nacional de Brasília/UnB-04 de julho de 2008.

Devemos defender a idéia dessa educação à distância, porque estamos num mercado de trabalho, e como dito antes, o curso tem a nossa “cara”, foi feito sob medida, em tempo/espaço/informação/disponibilidade.

Já o espírito em aprendizagem colaborativa, direciona o senso comum e com o tempo, surgem realizações pessoais e profissionais no mercado de trabalho, com êxitos.

Minhas apropriações vão desde se planejar e se organizar, até para estudar e apreender, entender a educação a distância. Também visa, vivenciar via plataforma os fóruns, chat, leituras de textos etc. Adquirir com o tempo, o hábito do ensino e da aprendizagem sistematizada, diariamente.

No ensino presencial ou virtual, há uma comunidade de ensino/aprendizagem em rede, mediada pelo ambiente e seu cotidiano. É espaço de possibilidades. Para isso, faz-se importante à aproximação das pessoas, um salutar relacionamento com o professor/tutor/supervisão acadêmica e demais membros de equipe.

A organização do tempo, a consulta aos avisos ou notícias sobre o curso, a interação entre encaminhar e responder mensagens, é forte ferramenta de interação e de sucessos entre os cursistas.

Outra possibilidade de estratégia de aprendizagem é concretizar a co-autoria em ambiente de ensino. Despertar a vontade de aprender, de escrever textos, de participar, ou fazer parte desses encontros. Ter consciência da dificuldade que se instala quando se sabe do ser inacabado que há em nós, de solucionar problemas gerados a partir da vivência, de reencontros possíveis.

Da apropriação da vertente conhecimento, via plataforma virtual ou presencial se trata de se apegar da contextualização de conteúdos e de procedimentos em atividades de curso à nossa prática pessoal e docente.

Já a avaliação do ambiente virtual e em sala de aula sendo cumulativa, transparente, contínua e horizontal, propicia um trabalho colaborativo e de retorno às falas e às escutas, antes despercebidas, por diversas fontes e fatores. É a eterna busca de autonomia participativa e voluntária.

Concluindo, a interdisciplinaridade de conteúdos temáticos no ensino a distância, redireciona nossa prática, reavalia nosso saber-FAZER-ser, instrumentaliza nossa ação pedagógica. Além do mais, soluciona problemas, aciona conflitos, nos mobiliza para uma ação-reflexão-ação.

FONTES CONSULTADAS
Módulo 2 - Fundamentos da Aprendizagem a Distância.Unidade 1 - Estratégias de Ensino e Aprendizagem a Distância.Autora: Maria de Fátima Guerra de Sousa.

Unidade 2 - A Mediação Pedagógica e a Metodologia Colaborativa na Aprendizagem a Distância. Autora: Sheila Maria Conde Rocha Campello.

Atividade 2 (Por etapas, aqui devo responder): Como garantir um ambiente propício ao trabalho colaborativo no contexto escolar atual? Plataforma AVA/arteduca. Pró-licenciatura - Teatro Núcleo de Acesso ao Curso - Fundamentos da Licenciatura em Teatro e Fundamentos da Aprendizagem a Distância. Por Lúcio José de Azevêdo Lucena-Lúcio Leonn. - quinta, 4 de setembro 2008, 21:36. Acesso (restrito aos alunos): 06 de setembro de 2008.

Universidade Nacional de Brasília-UnB/Instituto de Artes-IdA.
Licenciatura em Teatro do Programa Pró-Licenciatura –(UnB/UNIR/MEC).
Unidade 2 - a mediação pedagógica e a metodologia colaborativa na aprendizagem a distânciaAutora: Sheila Campello.

Módulo 2- ATIVIDADE Final. ALUNO(A)Lúcio José de Azevêdo Lucena-Lúcio Leonn.TUTOR(A): Lurdiana Costa Araújo. DATA: 06/09/2008.

quinta-feira, 12 de março de 2009

PROFESSORES/AS DE ARTE - 5ª A 8ª SÉRIE – Relatório Final do Curso -10 ENCONTROS PEDAGÓGICOS

Texto Sentido 2- Fortaleza 09 de novembro de 2002
Professor de Arte/parceiro ministrante: Lúcio José Azevêdo Lucena [org. final] - Lúcio Leonn.

Autores/concluintes/professoras cursistas: Julçara Cavalcante C. de Almeida (redação final)

Áurea Lúcia Machado Dias
Estela Alencar Moreira
Francisca de Fátima Felipe da Silva
Josefa Meire Gomes Fernandes
Maria Matilde Sousa Costa
Maria Icelda de Melo Reis

(Imagem acervo pessoal, (2002). Parte de Professores/as cursistas e professor ministrante)


Partindo da necessidade de desenvolver um trabalho realmente consistente e urgente pela disciplina de Arte nas Escolas Públicas Municipais de Fortaleza, nós, professores de Arte (SER V), a partir de 10 encontros pedagógicos ao longo deste ano de 2002, nas dependências do IMPARH e\ou auditório da Regional V, gostaríamos de obter alguns meios para melhorar a nossa prática pedagógica.

Sabemos que alguns entraves impedem uma ação verdadeiramente eficaz, mas não podemos deixar que a construção de um trabalho, comprometido com a sociedade venha a ser podado desde sua base.

Desejamos coisas simples que já estão asseguradas por uma base legal que é a própria LDB (nº 9394/1996) e, complementada pelos estudos indicativos via PCN/Arte (MEC/1997), tais como:

1. formação contínua / em serviço (capacitação de professores em áreas) de linguagens:
1.1 dança
1.2 música
1.3 teatro
1.4 artes audio/visuais (vídeo, cinema, fotografia, etc.).

2. melhores condições físicas de nossas escolas (uma sala especifica para artes com vídeo, aparelho de tevê, de som, de retroprojetor, papeis, tintas etc.).

3. um acervo bibliográfico – específico em artes para as Escolas.

4. material pedagógico e didático (um livro para sala de aula, como suporte didático e de consulta para o professor/aluno, na área de história da arte e demais técnicas do conhecer e de procedimentos por linguagens).

5. desenvolver projetos extraclasses, como: visitas guiadas a museus, exposições, teatros etc.

6. rever a distribuição de carga horária de trabalho em sala de aula, (1 (uma) aula/semana (55 min) e, geralmente, geminada com a disciplina de Educação Religiosa).

Portanto, parte do professor solicitar tais condições, e buscar modificar também a visão “deformada ou deturpada” do professor(a) de Arte, como aquele que está na escola apenas para enfeitar a escola em datas comemorativas do ano.

É pena que ainda não exista uma corrente única e sólida, por parte de alguns professores/as (àreas afins) e demais segmentos escolares (diretoria, secretaria, merendeira e serviços gerais), para o desenvolvimento pleno da Arte enquanto Disciplina\ Currículo\Conhecimento - meio de se construir e cultivar em rede, um ser humano mais solidário e construtivo.

(Imagem, idem. Exercício vocal/corporal): 2002 - Auditório da Regional V

Acreditamos, assim, que uma ação conjunta e de todos é capaz de reconstruir uma Escola de Paz, mais dinâmica e participativa - em sociedade quando almeja sempre - a inclusão.

Prefeitura Municipal de Fortaleza
Secretaria de Desenvolvimento Social e da Educação-SMDS
Secretaria Executiva Regional / Ser V - Gestão 2002
PROFESSORES/AS DE ARTE - 5ª A 8ª SÉRIE [hoje 6ª a 9ª série]
– Relatório Final do Curso -10 ENCONTROS PEDAGÓGICO
Professor de Arte/parceiro ministrante: Lúcio José Azevêdo Lucena (org. final) - Lúcio Leonn.